Satan narrando O baseado que eu puxei lá no alto do morro deu uma segurada na minha onda, mas o meu sangue ainda fervia nas minhas veias, e o rosto da Manuela não saía da minha cabeça nem com reza braba. Desci a ladeira sentindo o vento frio da madrugada batendo na minha cara e limpando um pouco daquela fúria que me queimava por dentro, mas, como desgraça pouca é bobagem, quando apontei na rua da minha casa, o farol da moto iluminou uma cena que me fez travar os dentes na hora, rangendo como se fosse quebrar o meu maxilar. Lá estava a Isadora, encostada no meu portão, jogando charme pros moleques da minha contenção, os vapores estavam ali, de fuzil na mão, tentando manter a postura, mas a p*****a sabe como instigar um homem, parei a moto bruscamente, o barulho do motor morrendo como um

