Polegar narrando Continuação Ela passou a língua em toda a extensão do meu p*u, me olhando de baixo com uma cara de p**a que quase me fez gozar ali mesmo, a Viviane não brinca, ela sabe que tem a boca quente e que dá o nome toda vez que a gente faz sexo, o clima de morte lá fora parecia só aumentar o fogo aqui dentro. — Quer uma garganta profunda, Polegar? — ela perguntou, a voz saindo abafada enquanto ela chupava minhas bolas com uma vontade que me fez arquear as costas. — Sua safada... você me enlouquece, p***a! — rosnei, sentindo o sangue pulsar todo na cabeça do meu p*u. Ela não esperou eu responder, agarrou a base do meu p*u e socou tudo na boca, e mamou meu p*u com uma força absurda, sugando a cabecinha e, logo em seguida, empurrou até o talo, fazendo o fundo da garganta dela

