O velho automóvel estava parado em frente a igreja, e depois de trancar tudo, Padre Davi entrou. Logo estava em direção ao vilarejo onde residia a sua tia, passando por estradas de terra, onde precisou fechar os vidros por causa da poeira. Ligou o velho rádio, e sintonizou numa estação local, onde tocava uma música sertaneja antiga, e cantarolou junto. Enquanto acelerava o carro para chegar antes do almoço. Conseguiu chegar as dez e meia da manhã, e desceu do carro ao lado de uma velha casa, carregando a sua pequena maleta, e cumprintou a sua tia com um longo e caloroso abraço. Sua tia era uma senhora na casa dos sinquenta anos ela sorriu largamente, os cabelos castanhos claros com alguns fios brancos, a pele clara, com as marcas do tempo impregnadas no rosto. Ela era uma boa pessoa, viv

