Logo mais à noite, na Night In s*x. Josh estava com uma morena sarada no bar, Bailey e Noah também estava por ali tomando umas, estavam bebendo e conversando numa boa, quando um baita n***o que mais parecia um armário ambulante aparece com uma cara de poucos amigos.
– Quem é Kyle? – disse o sujeito.
Os amigos se entreolharam e quando a morena ia falar quem era, Joshua a beliscou por trás.
– O gato comeu a língua de vocês ou o que? – irritado. – Digam seus safados! Quero saber quem é o filho da p**a que minha mulher chama toda vez que estamos fazendo sexo!
Joshua se engasgou e Noah e Bailey se entreolharam desesperados. Bailey tem uma ideia.
Bailey: Ain bichas. – com voz de gay. – Vocês sabem onde está o Kyle?
Noah: Não rainha... – também imitando voz afeminada. – Nem o vi, você viu Josh? – olhando para Joshua, que estava branco de medo daquele n***o.
Josh: Não amigas. – com um risinho. – Imagina! – se abanando.
– Vocês são veados? – disse de cenho franzido.
Josh: Desde que nasci meu amor. – piscou. – Eu não sou o Kyle, não sou! Eu juro!
Bailey e Noah estavam morrendo de vontade de rir.
– E o que estão fazendo aqui?
Noah: Ué não podemos nos divertir monamor? – rodando a mãozinha.
Josh: Porque o senhor quer ver o Kyle? – morrendo de medo.
– Já disse que esse desgraçado anda comendo a minha mulher, e essa safada chama por ele toda a noite!
Josh: Nossa. – com a mão no peito. – Que chato não é amiga? – o n***o o encarou com cara de morte. – Digo, amigo! – batendo no ombro dele. – Mas o Kyle nem veio hoje. Aliás, ele nem é tudo isso não, sua esposa deve estar enganada ou talvez o senhor não esteja ouvindo bem.
– Está dizendo que eu estou louco? – pegando Joshua pela gola da blusa.
Bailey: Não homem de Deus... – dando gritinhos. – Ele só está dizendo que o Kyle não vai vir hoje.
O n***o solta Joshua e Magal aparece.
Magal: Oi divos! – rebolando. – Como andam essas bundinhas? – batendo na b***a de Noah.
– Mas será que aqui só tem veado? – espantado.
Magal: Do que está falando meu gostosão? – safado.
Josh: Ah é que essa bicha má, se acha a rainha! – tapando a boca de Magal que olhou espantado para Joshua. – Não dê ouvidos! Mas aqui não é lugar para um homem charmoso como o senhor. Não acha melhor ir para casa?
– Eu quero ver esse Kyle! Quero cortar as bolas dele fora! Para nunca mais f***r com a mulher dos outros!
Joshua gelou. Magal já tinha sacado a situação.
Noah: Relaxa monamor. – com um sorrisinho. – O Kyle raramente vem aqui.
Magal: É verdade! Inclusive ele é bastante ocupado e só vem aqui uma vez por mês. – piscou.
– Ele tem sorte, senão hoje teria sangue aqui! – com um olhar matador. – Filha de uma p**a! Eu vou matar aquela v***a, olhem onde ela está! – apontando.
Todos olham em direção a uma n****a com cabelo mega-hair, muito gostosa, que se agarrava com outro gogoboy.
– Ô Cirene! Sua safada filha da p**a! – saiu.
Magal: Que macho violento. – com bico.
Joshua ainda estava roxo de medo, tadinho.
Bailey: Cinderelo, você arrasou. – com voz de gay.
Joshua fez uma careta e passou a mão no rosto aliviado.
Josh: Pensei que esse homem iria me matar aqui mesmo.
Noah: Quase fica sem as bolas cara. – riu.
Bailey: Você transou com a mulher dele? – apontando a mulher que agora era levada pelo n***o assassino.
Josh: Só algumas vezes. – bufou. – É o meu trabalho ué. – dando de ombros.
Bailey: Mas escapamos graças aos nossos dotes femininos. – batendo palminhas.
Magal: Não conhecia esse seu lado Kyle. – dando um abraço nele e tentando dar um selinho.
Josh: Sai pra lá! – afastando ele. – Eu sou muito homem viu? – batendo nos músculos.
Noah: Quase que eu começo a duvidar disso Joshua. – rindo e Joshua o lançou um olhar mortal. Ele riu mais alto. – Mas eu sei que você é muito homem. – bebendo sua caipiroska.
Josh: E então Marília? – falando com a morena que estava só rindo. – Vamos aproveitar melhor? – disse no ouvido dela.
Marília: Vamos sim gato. Tchau gente. – deu tchau e os dois saíram.
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Enquanto isso. Any estava conversando com Sabina e Sina, já que as duas iriam passar a noite na casa dela.
Any: Meninas precisavam ver a cara da perua, quando eu falei que estava grávida do Josh. – as duas riram. – É serio. Nem no inferno imaginaria que Savannah Clarke era a minha rival pela segunda vez. – negando com a cabeça.
Sabina: Sabia que já tinha ouvido esse nome em algum lugar. – batendo na cabeça de leve. – Mas jamais imaginaria que era a mesma que você falou. A v***a é danada hein?
Sina: Ah, mas conta logo o que ela falou! – curiosa. – Não me aguento de curiosidade!
Any: Ela disse que não desistiria dele, que o ama é mais um monte de besteira que eu nem me dei ao trabalho de tentar entender. – rolou os olhos. – Mas o que importa é que eu calei a boca dela, tadinha. – com sorrisinho falso.
Sina e Sabina riram.
Any: Amanhã eu vou novamente tentar descobrir o sexo do bebê. – bufou. – E eu espero que consiga, por que já estou com saudades do Josh, e vocês melhor do que ninguém, sabem como é difícil recusar as ligações dele, sempre parecer indiferente, mas assim que descobrir, eu volto à ativa, eu vou ficar com ele de novo meninas! Podem escrever. – disse sorrindo certa do que falava.
Sina: É claro que vai amiga. – piscou.
As três sorriram e continuaram a conversar.
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No dia seguinte, na faculdade. Savannah aparece na sala de Joshua, como ainda era cedo não tinha nenhum professor dando aula. Olha ao redor e o encontra nos fundos da sala escrevendo alguma coisa. Caminhou até ele e parou bem na sua frente. Ele subiu os olhos e a viu.
Josh: O que foi agora? – fechando o caderno. – Veio me chantagear de novo? – com as sobrancelhas erguidas.
Savannah: Não querido. – disse abrindo a bolsa e pegando um macacãozinho de bebê. – Vim trazer um presente. – Joshua a encarou confuso. – E também dar os parabéns ao novo papai. – disse irônica.
Josh: O que está falando? – respondeu pasmado. – Como sabe que eu vou ser pai? – olhando o macacãozinho branco, com detalhes amarelos.
Savannah sorriu insossa.
Savannah: Any, aquela vagabunda! – Joshua a olhou com raiva. – Aquela p**a, foi à minha casa esfregar isso na minha cara!
Josh: Dobre a sua língua para falar da mãe do meu filho! – disse apertando o braço dela. – Eu não vou permitir que fale assim dela entendeu?
Savannah: Está defendendo-a? – o encarando com raiva. – Eu tenho certeza que você não é o pai do bebê dela.
Josh: É claro que eu sou.
Savannah: E como pode ter tanta certeza? – arqueou a sobrancelha.
Joshua engoliu o seco, não podia dizer a ela sobre os muitos dólares que recebeu para conceber aquela criança.
Josh: Não quero falar sobre isso, se me der licença tenho que terminar aqui. – apontando os livros.
Savannah: E como andam as noitadas? – ignorando o que ele tinha dito. – Muitas clientes?
Josh: Não fale isso pra ninguém entendeu? – bufou. – Não quero saber de fofoquinhas com meu nome no meio.
Savannah: Não se preocupe gostoso. – disse com um olhar tarado. – E tem mais, estou muito entusiasmada a contratar você para fazer comigo o que eu sempre quis que fizesse... – abaixando e ficando com o rosto defronte ao dele. – NA CAMA! – uniu os lábios em um rápido selinho e saiu rebolando.
Joshua negou com a cabeça e tapou o rosto com as mãos, odiava o que fazia. E o pior de tudo foi Savannah descobrir. Sentiu um nó na garganta e encarou aquele macacãozinho de bebê em cima da sua mesa.
Josh: Você é o único que me mantém em pé meu filho. – disse tristemente. – E parece que a sua mãe não quer mais saber de mim. Eu nem sei o que sou capaz de fazer se nos separarem. Acho que não aguentaria.
Ficou pensando em sua vida, até que alguns alunos entraram na sala acompanhados do professor. Mais uma aula estava por vir.
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Any estava no consultório com a mãe. Estava tentando descobrir o sexo do seu bebê pela quarta vez, queria que fosse uma menina, para ela decorar o quartinho todo rosa, e deixar a criança como uma Barbie.
Sua mãe a acompanhava e olhava emocionada enquanto via o neto pelo monitor.
Priscila: Oh meu Deus. – com lágrimas. – Que lindo, olha as mãozinhas! – apontando.
Any rolou os olhos.
Any: Então doutora? – dizia ansiosa. – Dá para ver?
Muriel: Levantem as mãos aos céus, o bebê está com as perninhas abertas! – sorriu feliz.
Any: Oh! – exclamou sorrindo. – Então diga logo, por Deus!
Muriel: Any, meus parabéns é um menino! – disse exasperada.
Any: OMG! – disse com bico. – Tem certeza que não é uma menina?
Muriel negou risonha.
Priscila: Oh céus! Silvio vai morrer de felicidade quando souber que enfim terá um menino na família! – dizia emocionada. – Oh meu amor, na sua primeira gravidez... De cara um menino! Que maravilha filhinha!
Any: Mas eu queria uma menina. – com bico. Priscila a encarou com um olhar de repreensão. – Ok! – sorriu. – O que importa é que ele esteja bem! Mamãe, os homens preferem ter garotinhos é?
Priscila: Claro que sim meu amor, a maior felicidade de um homem é saber que será pai de um menino!
Muriel concordou enquanto continuava olhando o bebê no monitor. Any sorriu satisfeita, Joshua com certeza não seria diferente.
Ficaria maluco quando soubesse que o bebê era um menino. Enfim voltaria a lutar pelo amor de sua vida, agora com as armas mais fortes do que nunca!
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À tarde Josh estava em mais uma de suas depressões, Bailey e Noah tentavam animá-lo.
Bailey: Qual é Cinderelo?! – sentando ao lado dele no sofá. – Se anima aí parceiro!
Josh: Me deixa Bailey! – disse cobrindo o rosto com uma almofada. – Eu só quero ficar sozinho.
Noah: O que aconteceu agora cara? Eu não entendo... – tomando um gole de refrigerante.
Josh: Eu odeio o meu trabalho, a Any desaparece com o meu filho, tem uma maníaca por sexo me chantageando na faculdade e como quer que eu fique? – bufou. – Eu bem que poderia ser abduzido por extraterrestres, seria até divertido.
Bailey: Savannah ainda está te chantageando? – arqueou a sobrancelha.
Josh: Não é bem uma chantagem, mas ela me quer. – revirou os olhos. – E eu sou obrigado a fazer por que estou sendo pago... – abaixou a cabeça com lamúria. – Isso é o pior de tudo. – quase num sussurro.
Noah: Ficar desse jeito não vai resolver seus problemas. – o encarando sério. – Você tem que enfrentá-los em uma hora ou outra, parceiro.
Josh: É... Eu sei. Mas eu preciso de noticias do bebê! Estou com os nervos a flor da pele, a Any não atende as minhas ligações, não me dá notícia, e o pior é que ela foi procurar a Savannah!
Bailey: Isso você já falou. – pegando o refrigerante de Noah e dando um gole.
Josh: Eu tenho medo de a Savannah ficar irritando ela, ou vice versa. Não quero que aconteça nada com o bebê. – negando com a cabeça. – Any não pode ficar nervosa com nada ou então pode perder meu filho.
Noah: Não vai acontecer nada com a Any e nem com o seu filho irmão. – batendo nas costas dele de leve. – Além do mais, não é você que fala que vai deixar de se importar com ela?
Josh: Eu não estou falando da Any, estou falando do meu bebê. Mas ele está na barriga dela, e tudo o que acontecer com ela pode prejudica-lo, e se acontecer alguma coisa com ele eu me mato. – rolou os olhos e voltou a colocar a almofada na cara.
Bailey: Não seja exagerado loirinho. Vou falar igual a sua mãe agora: Não fique assim meu bebê, meu bebezinho dos olhos de peteca, meu bebezinho do bumbum de ouro... – imitando a voz de mulher.
Joshua lhe dá um pedala.
Josh: Minha mãe não fala isso. – bufou com tédio.
Noah: Mas é muito veado mesmo. – riu e ouviram a campainha tocar.
Josh: Eu não vou atender! – virando para o lado.
Noah: Eita deprê! – foi em direção à porta e a abriu. – Pois não?
– Encomenda para Joshua Beauchamp.
Joshua virou para olhar a porta e viu um entregador com uma pequena caixa azul em forma de bolinha, ele se levantou e foi até lá.
Josh: Sou eu. – disse coçando a nuca.
– Assine aqui, por favor. – estendendo um bloquinho. Joshua assinou. – Obrigado. – entregando a caixinha.
Josh: Obrigado você. – sorriu de leve e entrou com a caixinha na mão.
Bailey: O que é isso? – encarando a caixinha minúscula na mão dele.
Josh: Não sei. – desatando o nózinho. – Vamos ver... – abriu e viu que era um sapatinho minúsculo de bebe, era de tricô branco e tinha uma fitinha azul para amarrar no pezinho.
Noah: É um sapatinho de bebê? – sorriu achando graça do sapatinho ser tão pequeno.
Josh: Espero que não seja a Savannah com sua chatice de novo. – passou a mão no rosto nervoso. – Tem um cartãozinho.
Pegou o cartão e leu, quando viu o que estava escrito seu coração começou a bater descompassado, e um sorriso de pura felicidade surgiu em seus lábios. Era a perfeita caligrafia de Any.
"Papai... Eu sou menino!"