Elisa soltou um riso curto, irônico. — O ignorante aqui é você, Dante. Ele arqueou uma sobrancelha, divertido. — É r**m, hein. Você não fica atrás não, Elisa. Anda do meu ladinho nessa categoria. Ela riu, um riso que parecia contrariar a própria vontade. — Você é um caso perdido, Villar. — Sério — ele insistiu, agora com um sorriso mais leve. — Vamos tentar ser amigos? Ela cruzou os braços, pensativa. — Eu não tenho amigos. — Eu também não — ele respondeu com simplicidade, dando de ombros. — As pessoas têm medo de mim. — Claro que têm. — Ela não pensou duas vezes. — Você é um bicho ignorante. E esse nem é o seu pior defeito. Dante soltou um suspiro resignado, rolando os olhos. — Eu já entendi que tenho vários, tá? Mandão, arrogante, tóxico, ignorante... e que não sei t*****r. N

