Capítulo 61

1690 Words

Ele respirou fundo, como quem contava até dez para não perder o controle outra vez. — Não. — Respondeu, cansado. — Não vou tomar o seu celular. — Que bom. — Guardou o aparelho na bolsa e cruzou os braços. — Então, podemos ir pra casa ou tem mais coisa pra hoje ainda? — Podemos ir. — Ele olhou para Clara, que ainda estava parada alguns passos atrás, mexendo discretamente no próprio pulso, visivelmente desconfortável com a tensão. — Clara, pode ir pra casa de táxi. Ela piscou, surpresa. — Como é? Dante, eu tô com você desde cedo, de pé, sem parar um segundo. Agora você vai me mandar esperar um táxi? Ele fechou os olhos por um instante, exalando paciência. — Clara, por favor. — Tirou a carteira do bolso, pegou uma nota de duzentos e estendeu a ela. — Senta, pede um carro. — Isso é um a

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