Fechei o livro que estava lendo deixando o mesmo sobre a mesinha de cabeceira no mesmo momento em que Nathan entrou no quarto usando só a calça do pijama. - Acho que eu sou a mulher mais sortuda dessa cidade – falei apaixonada, estiquei as pernas fazendo com a barra da camisola subindo um pouco, já estava bem mais curta do que o normal por conta do tamanho da barriga. Ele sorriu de um jeito tão sensual e o modo como caminhou até chegar ao meu lado, como um felino poderoso pronto para dar o bote na presa. - E eu sou o que? – perguntou debruçando sobre mim passando as mãos pelos meus cabelos – Casei com a mulher mais linda do mundo – sorriu, aproximando o rosto do meu juntando nossos lábios por um momento. Senti como se fosse uma pontada na barriga, não era nada doloroso era mais como um

