O lobo cinzento ora olhava para a porta, ora para Sunna, era fácil adivinhar que ele estava entre se vingar de Azis e a necessidade de estar com a sua alma gêmea. Essa incerteza não durou mais do que alguns segundos, pois a loba de Sunna uivou de dor e revirou-se na cama, antes de forçadamente o seu corpo expelir o conteúdo do estômago. Os meus olhos mostravam-me uma imagem que eu não acreditaria se tivessem me contado. Da boca de Sunna jorrava uma gosma preta e vários vermes vivos se moviam entre pedaços do que parecia ser carne apodrecida. Não fazia sentido, passamos a tarde comendo doces, frutas e uma torta de frango, nada que explicasse aquela…coisa. O lobo cinzento estava aflito, circundando Sunna e rosnando para qualquer um que tentasse se aproximar. — Se acalmem, por favor, Luna

