Ainda de naquela noite, mais tarde todos já estão dormindo quando no quarto de Atena é jogado duas pedras. A moça dá um sorriso singelo, porém apaixonado, pois ela sabia que era o seu amado...
Ela levanta devagar, e abre grande janela azul do seu quarto, e ele escala pela parede que é pequena, subindo na pequena varanda, entrando pela janela, no quarto dela.
— Desculpa, precisava ver você! — A boca do rapaz curvar-se em um sorriso largo, mais respirando ofegante depois da breve ''escalada'' que fez.
Ela fecha as cortinas, e antes que possa falar, ele leva suas mãos calejadas do trabalho duro que tinha como pedreiro e sem mais delongas, se aproxima dela.
Seus lábios se tocam enquanto ela suspira, ele passa a mão em sua cintura e enquanto sente os lábios doces delas sobre os deles, o beijo vai ficando mais intenso. Sebastian pega em seus cabelos e seus dedos entre eles.
A ruiva o empurra. — Sebastian! — Ela fala de forma firme. — Você disse que tinha algo importante para me falar, sabe que eu não gosto de brincar com fogo, sabe que essas coisas para mim só depois...
Ela se senta na cama, fazendo com que ceda um pouco. Atena era firme com a ideia de s**o só depois do casamento, o que Sebastian concordava...
Ele a olha com os ombros baixos, e a interrompe dizendo: — Do casamento, eu sei, eu sei! — juntou as mãos e olha para o teto. — É, é você tem razão, Teninha! Me desculpa tá bom? — Ele fala se aproximando dela, então ele se ajoelha em frente dela. — O que eu tenho para falar é que hoje eu me demiti, por que aceitei trabalhar pro senhor Stefan... Nossa vida vai mudar meu amor!
Ele beija as mãos dela, com um sorriso de menino feliz, como Atena gostava de descrever seu sorriso, quando ele estava feliz. Ela o olha em silêncio e faz carinho em seu queixo.
— Mas meu amor isso é ótimo! Mas por que você acha que a nossa vida vai mudar? — Ela pergunta juntando as sobrancelhas ruivas.
— Todo mundo que trabalha pro seu Stefan tem sucesso, ele é o homem mais rico dessa ilha todinha, e eu vou começar como segurança, mas o que ele me ofereceu é o dobro do... — O rapaz percebe movimento na porta, então a maçaneta marrom do quarto gira.
Ele se joga no chão rapidamente, e Atena fica imóvel e tem seus olhos arregalados, era sua avó perguntando se estava tudo bem, pois havia ouvido um barulho enquanto levantava para tomar um copo de água.
A senhora tinha sono leve. Atena diz que não, que está tudo bem! Sua avó dar boa noite e fecha a porta dando boa noite.
A menina prende o riso e então Sebastian sai de baixo da cama, rindo.
— Eu acho melhor você ir. — A ruiva disse com um sorriso estampado, em seu rosto cheio de sardas.
Ah como Sebastian adorava aquela sardas, dizia para ela, que suas pele era desenhada por estrelas, ela tinha arte na pele... Ele a beija devagar e sai pela janela.
Ela o olha debruçada da janela e sente seu coração quentinho de amor, batendo forte, sempre batia quando via ele, era impossível controlar, ele solta beijos a medida que anda para traz sentindo o vento frio das noites gregas.
Mal sabia ele que aquela decisão mudaria para o resto de suas vidas.
...
Pietro acordar com a porta do quarto do hotel que está hospedado tendo batidas fortes, as batidas estrondam a porta.
— Já vou, já vou! — Ele diz alto pondo o roupão branco do hotel, ele abre aporta e revira os olhos.
Era Amanda Sanches, sua ex, sua agente e hoje sua melhor amiga! Ela não era nenhuma vilã, muito menos mocinha, era mãe amável e dedicada, e dizia que seu carma era de Pietro ser vigia!
— O que você tem na sua cabeça? — Ela pergunta com seu celular na mão esquerdar, e queixo caído. — Não atende uma ligação, o Juventus me ligou e disse que você não foi treinar, e pediu férias? O que significa isso? — Ela o olha com fogos em seus olhos, e acredite se ela tivesse fogo ali, ela o queimaria...
— Precisei vir aqui, ele coça a barba, — Escuta, você se lembra daquela garota da festa da Agnes Vilar, ele olha nos olhos dela e ajeita o roupão o fechando mais.
Ela cruz os braços. — Oque? É claro que não, se eu tivesse espaço par lembrar de todas as mulheres com quem você dorme, não sobraria mais espaço para lembrar mais de nada... — Ela dá um sorriso irônico...
Ele respira fundo e ignora as ironia da amiga, e junta as mãos. — Ela está grávida, e eu vou ser pai. — Ele sorrir largo.
Ela dá uma gargalhada f*****a, olha para baixo e continua rindo alto, não acredita e diz entre risadas. —Eu não sabia que você era tão ingênuo a ponto de cair no golpe da barriga. — Mexeu em seu celular o debloqueando. — eu vou ligar para o Denis e dizer que achei você e já estamos voltando.
Ele pega o celular de suas mãos, e ergue as sobrancelhas irritado. — Não ouviu o que eu disse? Vou ficar, a final estamos no recesso, e eu gosto de estar com ela, desde da noite da festa e cá entre nós, não tiro férias a 3 anos... Ele desliga o celular dela.
Amanda cruza os braços e diz com a cara fechada:
— Não, e não é por você, mas por ela, coitada!
— O que? Amanda, você não entende essa pode ser a minha chance de ter uma família? — Indagou gesticulando com as mãos, suas faze se fecha ele olha para ela, e seus olhos imploravam para que ela desse um jeito que ele ficasse.
— Pietro, sejamos sinceros não vai durar, sabe, eu tinha a vantagem pois sempre soube que você é um mulherengo com tendências de auto-sabotagem, e ela logo descobrirá.
Pegou no ombro do amigo, e pega seu celular, e olha nos olhos dele.
— Já pensou que eu posso mudar? — Ele aponta os braços para os lados. — Ser galinha não é quem eu sou, e não, não é golpe, eu gosto dela, não sei sempre que tô perto me sinto bem, ele olha para baixo. — Amanda por favor, só me dá dois dias, e volto para Itália! — Ele leva a mãos esquerda a nuca.
— Sabe a quantos anos eu escuto isso? Eu vou mudar Amanda, eu vou mudar, e mesma ladainha de sempre, eu me formei, me casei. — Ela grita. — Tive filhos e você continua o mesmo, e sim talvez eu te trate como criança mais, por que talvez você sempre aja como uma. — Respirou fundo.
Ela balança a cabeça, e anda até a porta do quarto, ela repousa as mãos as mãos na maçaneta e antes de abrir para sair ela. — Pietro eu só quero seu bem, e como eu queria acreditar que vai mudar, balançou a cabeça — Se ela é uma boa garota, se afasta! Acho que já sabemos como isso vai acabar...
Pietro anda para lá e para lá com a mão na cabeça, sentia pressão em seu corpo e coração. Mas, sabia que Amanda não estava de toda errada, ele sabia que havia uma chance de se algo acontecer entre os dois Cibele saísse machucada.
Porém, algo no olhar dela, aquele o olhar o prendia, aquele sorriso o irradiava de alegria, então ele é irradiado de alegria quando vê uma notificação de Cibele, ela diz na mensagem:
[Cibele: Ok, aceito seu jantar hoje a noite! Precisamos ser pelo menos colegas :) ]
...
Alexia estava em seu último dia de castigo, e estava saindo para o salão em que trabalhava ela inspecionou as unhas, e chega perto da mesa para pegar as chaves, quando o celular de Júlia toca, ela grita pela casa mais ninguém estava.
Ela então pega o celular em cima da mesa e atende o número desconhecido.
— Alo, celular da Júlia! — Ela diz ainda olhando as unhas, um cutícula a irritava, ela volta a falar a linha fica em silêncio e não responde então desliga.
Ela deixa o celular na mesa, e vai até o restaurante, e acena para sua mãe que se encontrava na dentre varrendo o mesmo.
— Mãe, seu celular tocou, atendi mas ninguém respondeu, deve ter sido engano era DDD italiano.
Júlia fica pálida e diz de forma agressiva: — Alexia, você não tem mais o que fazer não minha filha? Não tem que ir trabalhar por exemplo!
—Nossa mãe, não precisa ser tão rude com ela. — Cibele diz se aproximando das duas, com os olhos estreitos pelos sol,
— Ah apareceu a margarida, e a aonde que a senhorita estava a manhã toda? — Júlia diz segurando firme na vassoura, então passa para Cibele, seus olhos ardiam de raiva e sua pele ardia pelo sol quente que estavam sobre elas.
— Eu tive enjoos matinas, fiquei na cama o dia todo, disse a Giagia. Eu ein que bicho te mordeu? — Ela diz com o rosto franzido, e pegando a vassoura, e então boceja e põe a mão na boca.
Alexia se despede meio sem graça e Cibele começa a varrer, quando são ouvidos gritos de dentro da casa delas que ficava em frente ao restaurante.
Atena que estava fazendo seu artesanato em frente ao restaurante e Cibele então vão correndo, até lá e era só Tereza cortando o cabelo de Iris, mas não com a v*****e dela.
— Por favor, tirem a tesoura das mãos delas. — Iris implorou ao ver seus longos e cheios cabelos longos, serem cortados.
— Não cheguem perto de mim, isso é para ela aprender, não criei filha ladrona ou trambiquei-a, — Tereza diz torcendo o rosto, enquanto cortava o cabelo da filha.
— Tia, tia, já chega acho que ela já aprendeu, em! Não precisa.
Atena prende o riso e Iris começa a chorar sem parar, quanto fica intacta no sofá tentando não se mover, sabe que o corte sairia horrivelmente piro se ela se mexesse.
—Pronto, tá feito. — Tereza diz juntando as palmas das mãos, e sai dali.
Cibele se aproxima sentando ao lado da prima no sofá forrado por uma capa rosa.
— Você deve esta feliz agora. — Iris se levanta recolhendo os fios de cabelos loiros do chão.
— E claro que não, e uma tradição que eu não vou fazer com meu filhos confiem em mim. — Respondeu com os olhos franzidos. — E não se preocupa seu cabelo ainda está grande.
Iris se senta novamente no sofá, e olha para o teto. — É ela veio por trás, e do nada passou a tesoura, Eu devo tá h******l! — Ela põe uma almofada na cara, e logo tira.
— Que nada, impossível você ficar f**a. — Cibele diz se encostando mais no sofá
— Por que tá sendo tão legal comigo? — Iris pergunta entortando a boca, enquanto empurrou o cabelo para longe do rosto
— Por que eu conheço você Iris, sejamos francas eu realmente conheço você, e quem roubo os meus desenhos não foi a Iris que eu conheço. — ela pega na mão dela, e sorrir.
— Eu quero voltar a ser como éramos antes, mas ao mesmo tempo penso por isso eu em ir para bem longe, eu to com tanta vergonha, e o que eu fiz com o Apolo, indo lá daquele jeito, perdão prima eu... — Disse se afastando um pouco, e abaixando a cabeça.
— Ei não precisa ir para longe, até porque preciso de todas as tias possíveis para cuidar do Bernardo... — Ela dá uma risada, e olha para sua barriga, balançando as pernas.
—Bernardo? — Ela abre a boca, e olha para barriga, e põe as mãos na mesma. — Já escolheu o nome?
—Sim, bom espero que Pietro goste, e se for menina vai ser Angelina, mas é menino eu sinto sabe. — Ela puxa o ar e brincou com seu brinco.
— Nossa, nunca pensei em você mãe, esse ano, e de um italiano, eu sei como sua mãe odeia essa gente.— Ela dá um sorriso.
— Minha mãe é louca! Você sabe das superstições dela. — Ela revira os olhos, — é quem diria que eu teria um filho que não fosse do Apolo. — Cibele diz com um olhar distante, essa sua fala a deixou triste.
— É verdade, bom eu vou subir preciso ajeitar esse cabelo e enxugar minha lágrimas. — Ela faz um carinho no ombro da prima. — obrigada mais uma vez, se você não tivesse pedido para ela parar provavelmente eu estaria careca agora, seus lábios se juntam.
— De nada. Ah, Iris antes de você ir, sobre o Apolo, eu quero que saiba que tá tudo bem, eu realmente estou bem, vocês devem tentar, se é isso que vocês querem. — Falou com a mão na orelha brincando com o brinco.— Quem sabe não dar certo.
Iris sorrir e subiu as escadas até seu quarto.
...
Já é de noite quando Cibele desce as escadas com um vestido preto justo e salto vermelho fino. Sua avó desvia o olhar de sua novela, e a olha dos pés á cabeça.
— Estais linda! — Ela leva as mãos nas bochechas, então vai abraça-la. —Juízo, em!
— Claro Giagia, sempre tenho, ela dá uma piscadinha, e leva a mão a nuca.
Sua avó ajeita o vestido dela, o baixando, ela dá uma risada.
— Giagia, somo só amigos, nada vai acontecer! Daqui a pouco estou em casa.
— Não entendo esse conceito de ''amigos'' de hoje em dia. Você vão ter um filho juntos.
Ela dá um beijo na bochechas dela, — Benção! Sua avó lhe dá a beça e beija sua testa.
Agnes sorri, vendo Cibele sair pela porta. Ela então sai de casa e vai até o restaurante marcado.