Mina Rizzo São duas horas da manhã, minha mãe ainda está no hospital e não pude ficar com ela para dormir, o quarto que ela está não permite. Então peguei os caquinhos que sobraram do meu coração e vim tentar dormir em casa, pegue as poucas provas que tinha conseguido sobre o assassinato do meu pai para tentar achar algo que a criminal ou o delegado da época deixou escapar. Seria muito arrogante da minha parte querer ser mais que esses profissionais, mas a esperança de achar um fiapo de cabelo fora do lugar é o que me motiva a ir mais longe nessa investigação. Estou na sala que é o lugar mais quente da casa e me assusto com batidas na porta, logo pego a minha arma e vou abrir a porta. Quando estou próximo as batidas são ouvidas mais uma vez, mas agora são mais intensas. Abro a porta

