Levei a Manu para o banheiro como se carregasse um vidro precioso, delicado, que a menor brisa, poderia quebrar. O chuveiro ja estava ligado, enchendo de vapor e tampando o espelho. Coloquei ela na cadeira do banho, uma zero. Não queria nada que tivesse sido usado por outras pessoas. Queria tudo limpo pra ela. Ajoelhei na frente dela e passei um saco plástico e uma fita, isolando o gesso branco que o Rogério tinha colocado no pé dela. — Não pode molhar isso aqui, pequena Se entrar água, vai coçar e pode dar r**m nos pontos da cirurgia — falei, dando leves apertadas para garantir que nem o vapor entrasse. Ela concordou, me olhando como um salvador. A timidez dela estava ali, misturo com alivio. Logo, comecei pelo cabelo. Peguei aquele shampoo caro e despejei uma quantidade generos

