~Olivia~ Olhei para aquele envelope pardo e grosso no fundo da sacola e, na mesma hora, um sorriso ingênuo brotou nos meus lábios. Soltei uma risada baixa, balançando a cabeça, achando que seria mais uma das gracinhas do Matheus. Do jeito que ele era todo marrento, mas vivia cheio de mistérios e cuidados comigo nesses últimos dias, pensei que ele estivesse aprontando alguma surpresa. Enfiei a mão boa na sacola e puxei o papel áspero. O lacre cedeu fácil quando puxei a borda. Mas assim que virei o envelope e deixei o conteúdo deslizar para o meu colo, o sorriso sumiu do meu rosto instantaneamente. Não era um bilhete. Não era um presente. Eram fotos. Minhas mãos começaram a tremer e o ar pareceu sumir do meu peito à medida que eu passava uma por uma. A primeira foto mostrava o Matheus n

