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TRAVA Assim que o motorista travou o Corolla blindado na garagem da minha fortaleza, no topo do morro, eu não esperei nem um segundo. Ajustei a Olívia nos meus braços, garantindo que o corpo trêmulo dela ficasse firme contra o meu peito nu, e chutei a porta do carro para abrir. Desci com pressa, pisando firme no concreto. Cruzei o pequeno recuo até o portão de ferro maciço da entrada principal e meti o pé com força no metal, fazendo um estrondo ecoar por toda a subida. Os meus homens que faziam a contenção já se ligaram na fita na hora. Passei pelo vão antes mesmo que o portão estivesse totalmente aberto. Entrei no quintal e, com o calcanhar, empurrei a porta pesada da sala, batendo-a com um estrondo seco que selou o mundo exterior lá fora. Ali dentro, ninguém entrava. O silêncio da cas

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