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1708 Words

~Ravi~ O mormaço do início da tarde pesava sobre o morro da Rocinha, mas ali na varanda dos fundos da minha casa, a brisa que vinha trazia um alívio bem-vindo. O almoço tinha sido silencioso, uma refeição simples que fiz questão de preparar para garantir que a Manu comesse bem. Eu sabia que o corpo dela precisava de sustento, mas a mente dela precisava, acima de tudo, de sossego. Depois que recolhi os pratos, não pensei duas vezes antes de puxar a Manu em direção à grande rede de algodão cru que ficava esticada de ponta a ponta na parte mais reservada do quintal, cercada por vasos de plantas que criavam uma barreira visual contra os olhares curiosos da vizinhança. Deitei primeiro, acomodando meu corpo robusto na largura da rede. Em seguida, com um gesto suave, puxei a Manu para junto d

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