~Terceiro~ Titã deixou a gerência com a mente fervendo, mas, à medida que subia os becos em direção à sua fortaleza no topo do morro, a postura rígida de chefe do tráfico ia dando lugar a algo mais leve. Ele passou pela guarita da frente, deu um aceno de cabeça para o vapor que Preto tinha sondado mais cedo e entrou em casa. O silêncio do lar era o seu único refúgio. Ele subiu as escadas de mármore e foi direto para o quarto do casal. Ao empurrar a porta de vidro que dava para a varanda com vista para o mar, encontrou Manu deitada na rede, balançando-se devagar com o pé enfaixado apoiado para cima. — Pô, Manu, tu não aquieta, né? — Titã reclamou, embora o tom fosse de puro carinho. Ele caminhou até ela, cruzando os braços. — Já te falei que tu precisa parar de andar pulando pela casa,

