Primeiro dia, parte II

377 Words
As benditas aulas começariam as 7:30. Então, nem deu tempo de tomar um banho né?! Passei perfume por cima, penteei o cabelo de qualquer jeito e fui calçando o tênis no meio do caminho tentando manobrar igual um Saci Pererê andando de patinete. Uma camiseta branca simples de manga e uma saia jeans resumem minhas vestimentas. Eu já estava na merda, então que deixasse feder. Tantas pessoas novas, ares novos. GAROTOS novos e olha a minha situação! O mimado do meu primo vai perder aquela rola que esfregou em... Enfim. O que quero dizer é que, eu sempre fui popular no agreste. Facilmente seria aqui. Aliás, eu sou linda, absoluta, só não me chamo Stephany. Além disso, tenho carisma, fora os outros talentos que levo em segredo comigo, pois, entre conviver com meus pais e ficar trancada estudando e sair de casa para várias oficinas escolares... Vocês já sabem a resposta! E isso, me desenvolveu em vários pontos que ao decorrer da droga desse livro vocês irão descobrir. — Perdi o ônibus. Estou a 5 minutos de chegar atrasada. Meu corpo está dolorido. O rosto parece um ornitorrinco com dor de barriga... — Citei para mim mesma no meio da rua. Uma mão na cintura e a outra na testa olhando para os lados e vendo a avenida deserta. — O que mais poderia dar errado?! — Chutei uma árvore. Trovões. Nuvens e... — Chuva???? — Gritei olhando para cima, tirando a franja do rosto. — Tu tá de s*******m comigo, Berg! — Reclamei com a p***a do autor, pois, eu tinha meus direitos. E de repente, um carro em alta velocidade passa por trás de mim e me joga aquela enxurrada de lama nas minhas costas. — SEU FILHO DA P*TA! — Dessa vez não vou revelar se xinguei o autor dessa bosta ou o dono do carro. Olhei para os lados, tirando o excesso de sujeira de meu corpo, notando os livros e mochila todos ensopados e toquei o f**a-se. Mirei na bicicleta do filho da vizinha que estava dando bobeira no cercadinho e fui em sua direção. Ligeira, como ladrão roubando, e de fato estava, peguei aquela bicicleta e pedalei como se não houvesse amanhã. Só queria que ela voasse como no filme: ET.
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