Seus olhos claros acompanhavam rapidamente as várias decodificações que seu Notebook fazia em um certo arquivo especial. Após pegar o Pen Drive e levar até o galpão onde geralmente ficava, Donnie precisava de mais uma senha. A numeração de 1 a 6 não funcionou, então, o jeito era hackear. Não teria problemas com isso, pois, não era a primeira vez que invadia sistemas alheios. Seja lá o que estivesse procurando, estava mais próximo do que imaginava. Número por número, seu programa foi desvendando. Até que a nova senha foi dada: 6,5,4,3,2,1. — Ainda bem que ninguém está aqui para ver isso. — Disse. Como pode ser tão burro? Pensava. Já que queria total sigilo, Donnie ordenou que todos os homens fossem embora para não ter perigo algum do conteúdo se expor. Moveu o mouse, deu alguns cliques

