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GADERNAL NARRANDO Eu acordei com o d***o no corpo, mas o que o Playboy me trouxe naquela manhã foi o que me fez querer ver o mundo pegar fogo. Sentamos na mesa da boca, ele fechou a porta e jogou uma pasta em cima do mármore. O barulho do papel batendo ali foi como um tiro. — Puxei tudo, Gadernal. Consegui o caminho até do buraco do cu desse sujeito — o Playboy falou, a voz mais séria do que eu jamais ouvi. — O nome desse "Magrelo" não é Magrelo p***a nenhuma. É Rodrigo. Ex-marido da tua professora. E o pior: o cara é bota. Infiltrado da pesada, mandado pra derrubar a gente. Quando eu vi a foto na ficha... o sangue parou. Era o moleque que eu botei dentro da minha cozinha. O moleque que sentou na mesa da minha mãe. A ficha tava completa: endereço, registro na polícia, histórico de agres

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