Ele se aproxima, deseja boa noite ao motorista do táxi, entregando a ele várias notas de cem, se desculpando por fazê-lo vir e esperar. — O que você está fazendo? — Olho para ele confusa. — Pode ir embora, senhor. Eu me encarrego de levar a senhorita para casa. “O quê!? Não! Não, não, não e não.” Tento impedir o taxista, mas ele não pensa duas vezes e se afasta me deixando sozinha com ele. Claro! Com pelo menos quinhentos dólares à toa, até eu iria embora sem perguntar estando no lugar dele. Vejo o táxi se afastando, conto até dez para não mandar Cedric para o inferno, consciente de que eu seria demitida por isso, e um pouco empática com o seu surto. — Me dê uma explicação razoável das suas ações para que eu não enlouqueça, Sr. Reed — Digo, ainda olhando para o táxi. — Você já enlouq

