Manu A sensação que eu ia desmaiar era imensa e eu fiquei muito tonta, tinha um homem grande que estava na porta, e ele segurou meu braço e disse: — Você tá bem moça? — Acho que sim. — Falei com dificuldade. Ele abriu a porta e tinha um homem de uns 40 anos, com o rosto cheio de marcas de espinhas e cicatrizes sentado do outro lado da mesa e assim que me encarou, abriu um sorriso horroroso que me deu calafrios. — Eu sou irmã de Arthur e vim pagar o que ele deve, mas preciso de uma garantia que você vai nos deixar em paz. — Eu falei sussurrando, tentando ser firme, mas sei que não consegui. Ele me olha de cima a baixo e de um jeito horroroso que me causou mais enjoo ainda. — Não sabia que o Arthur tinha uma irmã tão linda como você. Se eu soubesse não teríamos tido tanto problema. —

