Viny
Sai daqui com a intenção de ir na banca de revista de granfino e tive que voltar do meio caminho porque tinha gente estranha rondado o morro. Depois de resolver as tretas e passar a visão pra os chefes eu volto a descer o morro de novo, pra vê se acho a porr@ das revistas. Ainda tenho que ir atrás de “carne nova” pra fazer visita pro nervosão lá… Num me faltava mais nada agora… Eu, o lindão do Viny, tá de c*****o pro Tigre.
Sai descendo o morro e me encontro com Linda, que me vê de longe e finge que num me vê… Mas eu só posso ter pisando em rastro de corno pra tá com um dia de cão desse, sem ter feito porr@ nenhuma.
Vou chegando perto e colo com a moto em frente dela que finge que teve medo.
— Fingi não Linda, que eu sei que tu me viu. Que porr@ é essa? Fiz o que pra tu tá virando a cara pra mim?
— Eu num tô fingindo não, mas tu agora que tá no comando do morro e tá com um ** doce pro meu lado. Te liguei e tu nem me atendeu e nem retornou as mensagens, tá todo se achando.
— Porr@, Linda, num aperta meu juízo não. Tô no sufoco do c@ralho e tu tirando onda, tô sem tempo pra nada, véi.
— Sei Viny… Tu é cheio de caô, que eu te conheço.
— Tô não mina, pode confiar. — Falo sério pra ela e a abusada fica me olhando desconfiada.
— Tu vai fazer o que de bom hoje? — A mandada pergunta, balançando a cabeça e rindo.
— Tô procurando coisa pra Tigre fazer no xadrez, porque ele tá fudendo com meu psicológico. O bicho mesmo preso, dá um trabalho do cão.
— Manda a Juciely dá a b****a pra ele, que num instante ele se acalma.
— E ele quer ela? Nem ela tá dando mais conta dele, mina. — A filha da put@ dá uma gargalhada na minha cara, que eu tive vontade de esculachar ela.
— Tá rindo de que Linda, tá doida?
— A Juciely se acha a put@ das galáxias e num tá dando conta do Tigre? E ele tá abusando dela? Eita que a favela devia saber disso, porque merece até comemoração.
— Tira onda não, mulher… Num arruma confusão com marmita barraqueira que nem Juciely. Num quero tu de confusão na favela, Linda, anda na linha, mina.
— Eu heim, Viny, tá me estranhando? Eu sou lá mulher de me trocar com put@ que nem Juciely, por macho e que nem é meu e nem eu quero. E tem mais… Tu nem tem que querer nada não, tu né meu dono não.
Dou uma gargalhada na cara dela, pelo jeito que ela fala e ela rir junto comigo eu puxo ela pra junto do meu corpo e dou um beijo molhado naquela boca gostosa dela.
— Só teu dono mesmo não, mas tu gosta quando eu mando em tu… Diz que num gosta? — Pergunto puxando o cabelo dela pela nunca e mordendo seu pescoço e a bichinha fica toda arrepiada na hora.
— A Viny, faz isso de novo, que eu acabo deixando tu mandar em mim. — A bicha diz gemendo no meu ouvido e passando a mão na minha coxa, perto do meu p*u.
Oh bicha perigosa é essa linda…
— Tu num me provoca Linda, que te mostro como eu mando em tu de jeito e tu ainda vai implorar. — Ela dá uma gargalhada e diz no meu ouvido:
— Então vamos pra tua casa, a gente fica de boa até amanhã… O que tu acha? — Pergunta mordendo a minha orelha.
— Oh gostosa, eu bem que queria mas num vou poder, ainda tenho umas treta do Tigre pra resolver e tenho que ainda achar uma put@ nova pra mandar pra ele. Conhece não?
Eita que acho que falei merda, porque a bicha dá um pulo pra trás e me olha com cara amarrada.
— Tá vendo alguma jacutinga aqui, por acaso? — Ela pergunta com cara amarrada, brava pra c@ralho.
— Quem? Tá doida linda? Quem porr@ é jacuntinga?
— A dona do cabaré da novela. Eu tenho cara disso por acaso?
— Eu heim, mina. Claro que não, pow. É que Tigre cismou que quer uma marmita nova e eu só conheço as marmitas daqui do morro mesmo e ele disse que num quer nenhuma. Vou ter que ir lá no morro do Marquês vê se os mano conhece alguém, porque ele tá abusado pra c@ralho.
— Tá entendi. Tigre já é marrento e todo bruto, e tem uma fama sinistra de p*u violento, num é toda mulher que tem coragem não. — Ela diz rindo.
— E eu num sei disso. Deixa eu vazar, gata… — Puxo ela de novo e dou mais uma chupada naquela língua deliciosa dela. — Se eu chegar cedo eu te ligo, mas não prometo não.
— Vai na sombra Viny, sem caô. — Ela pisca o olho pra mim e sai na frente rebolando, só pra me provocar… Filha da put@!
Passo por ela e grito: — Quando eu te pegar, tu me paga Linda.
— Tô pagando pra ver… — A filha da put@, responde gargalhando.
Eu acelero a moto e vou direto pro Morro do Marquês, pra ver se os manos lá indica alguma mina, pra eu mandar pro Tigre. Era só o que me faltava ser Jacuntingo de Tigre.
***