Eu ainda estava bem inchada, e estava gozando por dentro, o que deixou o sexo muito diferente da outra vez. Não senti dor como naquele outro momento, pelo contrário... por dentro eu ardia de desejo, como se precisasse dele dentro de mim, e quando entrou eu nem sei explicar se era mais como a água que refresca ou o fogo que queima ainda mais. Os nossos corpos se mexiam juntos, eu involuntariamente movimentava o quadril em busca por mais, e quando ele tocava meus s***s, tudo se intensificava, eu entrava num outro mundo, cheio de desejos e satisfação. — Posso te mostrar outra coisa? — perguntou ofegante, enquanto ainda me tomava para si. — Pode... — Você confia em mim, pequena? — Confio em você, Don! — Então fica de quatro aqui na beira da cama. Vai ver que te pegar por trás, a sensação

