CAPÍTULO 39 Carol Sales Fiquei olhando para os dois nojentos como se eu fosse fazer um programa. Disso entendo bem. Passei a língua nos lábios e abri um pouco mais as pernas. Um olhou pro outro e pronto! Caíram feito tontos. — Pensando bem, acho que temos um tempinho, essa p**a não vai conseguir fazer nada com os braços presos..., há nem soltos... — o tal Rômulo que eu já estava engolindo faz tempo, falou e continuei com semblante inocente. O outro não questionou e começou a me desamarrar, agora eu precisava dar um jeito em dois homens e ainda continuava com as mãos amarradas... “ótimo” — pensei. — Ajoelha e abra o meu zíper! — Rômulo falou, e nem acreditei que o i****a soltou a minha mão também. Logo me imaginei mordendo o p*u do infeliz até ele ficar brocha, só que tinha o outro at

