João Narrando Eu tava afundando na boca dela, sentindo aquele calor apertado me engolindo todinho. Cada vez que ela sugava, eu gemia baixo, segurando firme no cabelo dela. — Putä que pariu, Jaque… — Minha voz saiu rouca, grave, carregada de t***o. Quando senti que ia gozär, levantei ela rápido, puxei pra um beijo quente, sugando a língua dela com vontade. Coloquei ela sentada na mesa sem nem dar tempo de respirar direito. Ela me olhou, os lábios brilhando de saliva, e perguntou: — A camisinha? Eu ri de canto, passando a mão na coxa dela, subindo devagar até apertar a carne macia da b***a. — Para com isso, Jaque… A gente já se conhece tão bem… Tu sabe até meu RG de cor, e eu sei o teu. Ela mordeu o lábio, meio indecisa, mas eu senti quando o corpo dela respondeu primeiro. Minha mão

