Capítulo 120

1270 Words

João Narrando Eu tava afundando na boca dela, sentindo aquele calor apertado me engolindo todinho. Cada vez que ela sugava, eu gemia baixo, segurando firme no cabelo dela. — Putä que pariu, Jaque… — Minha voz saiu rouca, grave, carregada de t***o. Quando senti que ia gozär, levantei ela rápido, puxei pra um beijo quente, sugando a língua dela com vontade. Coloquei ela sentada na mesa sem nem dar tempo de respirar direito. Ela me olhou, os lábios brilhando de saliva, e perguntou: — A camisinha? Eu ri de canto, passando a mão na coxa dela, subindo devagar até apertar a carne macia da b***a. — Para com isso, Jaque… A gente já se conhece tão bem… Tu sabe até meu RG de cor, e eu sei o teu. Ela mordeu o lábio, meio indecisa, mas eu senti quando o corpo dela respondeu primeiro. Minha mão

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