Lilliane Narrando A sensação dele na minha boca ainda pulsava em mim, cada gemido que arrancava dele fazia meu corpo inteiro vibrar. Sentir aquele paü quente, duro, latejando contra a minha língua foi a coisa mais deliciosa que já provei. Eu queria mais. Limpei os lábios, provando o gosto dele, e sorri satisfeita. — Porrä, quarentão… que delícia. Ele riu baixo, ainda se recuperando, enquanto já manobrava o carro. Os olhos escuros se voltaram pra mim, cheios de fome. — Agora eu quero sentir essa bucetinhä gostosa na minha boca. Mordi o lábio, sentindo um arrepio percorrer minha espinha. O carro entrou na garagem, e o porteiro abriu o portão sem demora. Assim que ele estacionou, sua mão apertou minha coxa com força, roçando a palma quente contra minha virilha por cima do jeans grosso.

