Raquel Narrando Meu corpo ainda tremia, como se tivesse muito mais para colocar para fora. A massagem tinha sido uma libertação, mas também me deixou viciada em uma sensação que só ele podia completar. Eu queria mais. Eu precisava de mais. Quando pedi para ele me fazer gozär, o jeito que me olhou me fez arrepiar inteira. Um olhar de posse, desejo e um pouco de raiva. Ele não gostava de ser substituído, nem por um segundo. Ele tirou a camisa devagar, como se estivesse me torturando com a espera. Foi até a porta, passou a chave, desligou a música. Depois, descalçou os sapatos, tirou a calça e a cueca de uma vez, sem paciência. Ele já estava pronto para mim, duro, latejando. — Eu quero você... Eu preciso de você... — minha voz saiu carregada de desejo, quase uma súplica. Ele se aproximo

