Tsunami Narrando Segurei a Ju firme nos meus braços, sentindo o corpo dela colado no meu, quente, pulsando contra mim. Com uma mão, agarrei a cintura dela, puxando ela pra mais perto, enquanto a outra foi direto pros botões do vestido. — Tira essa porrä logo, Ju… Quero ver tu todinha só pra mim. Ela mordeu o lábio, olhando pra mim daquele jeito que me fazia perder a cabeça, e ajudou a deslizar o vestido pelo corpo. Quando a peça caiu no chão, meus olhos correram cada curva dela, e eu soltei um riso baixo, seguido de um suspiro pesado. — Porrä… Cê é gostosa demais, Juliana. Tá de s*******m comigo… Minha mão desceu, apertando o quadril dela, puxando pra mim. Com a outra, segurei meu paü, roçando contra a intimidadë dela, sentindo o calor ali, a porrä da necessidade dela. Ju jogou a cab

