Luciana Narrando Samuel me ergueu sem esforço, girando meu corpo e cruzando meus braços atrás das costas. Agora eu estava de costas para ele, ainda presa pelas amarras. Ele ajeitou as cordas que prendiam minhas pernas, garantindo que eu ficasse exatamente como ele queria. Então veio o tapa na minha b***a, ardendo gostoso. — Ajoelha no banco, Luciana. — A voz dele era grave, carregada de desejo. Eu obedeci sem hesitar, me posicionando sobre o banco acolchoado, sentindo meu corpo vibrar de antecipação. — Você tá muito malvado hoje... — comecei a provocá-lo, mas antes mesmo de terminar a frase, senti a primeira chicotada leve no meu quadril. — Ah! — Cala essa boca e sente, mulher... — ele murmurou no meu ouvido antes de dar mais uma, do outro lado, fazendo meu corpo pulsar. Ele deslizo

