Andressa Narrando Saímos do estádio no meio da galera, ainda vibrando com a vitória do Flamengo. Léo tinha o braço passado pelo meu corpo, a mão grande repousando na minha bundä, apertando de leve como se quisesse segurar a camisa dele pra esconder que eu tava sem calcinha. O jeito dele de me marcar. Meu corpo ainda tremia de t***o, e a forma como ele me segurava só deixava claro que a brincadeira tava longe de acabar. Quando chegamos no estacionamento, percebi que só a moto dele tava ali. Mordi os lábios, encarando aquele banco de couro, já imaginando coisas. Léo percebeu na hora e riu de canto, apertando ainda mais minha cintura. — Fala, Andressa… O que tu tá querendo? — perguntou, a voz rouca de maldade. Olhei pra ele com aquele brilho safado no olhar. — Tenho uma fantasia… — Ele

