Milena . . . Começamos um beijo calmo e cheio de saudade. Caveira me apertava e passava a mão pelo meu corpo durante o beijo. Paramos por falta de ar. Mi: Não vamos t*****r agora, por favor. Caveira: Qual é o problema? É só tu gemer baixinho, pô. Nem vão saber que a gente fez nada aqui. Mi: Sei lá, é meio estranho. Caveira: Vai dizer que eles nunca trouxeram alguém pra cá? Mi: Vendo por esse lado... não posso negar. Caveira: Então para de coisa e só deixa acontecer. Ele coloca a mão entre meus cabelos e me dá outro beijo. Eu até tento resistir, mas não dá pra aguentar esse homem. Ele começa a tirar minha roupa, eu tiro a dele, me ajoelho na frente dele, começo passando a língua na cabeça do p*u e fico brincando com a língua no seu m****o. Caveira: Para de provocar, Milena... – fal

