Capítulo 7

1375 Words
As oito em ponto fui avisada de que um homem me esperava na entrada. Dei mais uma conferida no meu cabelo e make e desci. Assim que me viu abriu um sorriso e disse: - Está exatamente como eu imaginei. - Me estendeu a mão - Vamos? Peguei sua mão e ele me conduziu até o seu luxuoso carro. O caminho foi um silêncio um tanto quanto torturante. Chegamos a um de seus hotéis não muito tempo depois. O lugar estava lotado e a imprensa estava em massa. Noah desceu do carro ignorando a absurda quantidade de flashes que vinha em sua direção, abriu a porta pra mim e me estendeu a mão para me ajudar a descer. Logo que bateu a porta e nos viramos para a entrada do hotel fomos bombardeados de perguntas, que obviamente não foram respondidas. Além de não conseguir entender praticamente nada do que diziam, já que falavam todos de uma única vez, estava ficando realmente incomodada com os flashes. Passamos pela muvuca de repórteres amontoados e adentramos ao local que é simplesmente estupendo. Algumas pessoas logo vieram em nossa direção para cumprimentá-lo. Noah me manteve sempre por perto e eu fingia prestar atenção em seus assuntos. Geralmente negócios, um saco. Enquanto conversava com dois belos empresários me perdi admirando a beleza do homem ao meu lado. Simplesmente, de tirar o fôlego e molhar a calcinha até mesmo da mais santa mulher. Pedi licença ao mesmo e seus convidados e fui ao banheiro. Lá ouvi duas mulheres conversando e o assunto não podia ser outro: Noah. - Claro! Agora vai ser muito mais fácil me aproximar do senhor Noah sendo secretária dele. Dê-me um mês e ele vai comer na palma da minha mão. Era o que dizia uma ruiva, muito branca com os olhos muito azuis. - Disseram que ele está acompanhado. Uma mulher que não é conhecida. Será namorada dele? - perguntou a mais bela n***a que já vi em minha vida. - Ei? Sou eu, Samantha, lembra? Não será qualquer uma que vai furar minha vez na fila. E foi neste momento que me notaram. Somente acenei brevemente com a cabeça e saí do banheiro. Voltando ao lugar onde estava, notei que Vick e Ian eram quem o acompanhava agora. - Ufa! Que demora. - Disse Vick Você se aproximando e me dando um abraço. - Você andou sumida, tenho estado preocupada. - Me poupe né Vick você com o seu boy magia aí não se desgrudam e eu que sumi? Ordinária! Noah e Ian engataram em um assunto de finanças com um senhor bigodudo, aproveitei para contar a Vick o ocorrido no banheiro. - Essas mulheres, vou te falar viu. E nós que somos as putas. - rimos e ela começou a contar como que está sendo seus dias com Ian. Fomos surpreendidas pela entrada de um enorme bolo com velas acesas e pessoas aplaudindo. Noah alcançou minha mão e me levou para perto do bolo. Sorrindo para os flashes ele piscou para mim e apagou as velas. Que p***a é essa? Aniversário dele? i****a!!!! Cheguei perto de seu ouvido e o agradeci por ter me avisado. Ele sorriu e voltou sua atenção aos demais. - Eu teria comprado um presente. - Digo. - Não precisa, daqui a pouco você me dará o que tanto quero. Suas palavras me deixaram acesa. Então eu sou o presente. O buffet estava maravilhoso. Bebemos e dançamos. Noah sabe mesmo dar uma festa. - Vamos esta festa já deu. - ele disse me estendendo a mão que aceitei e ele plantou um beijo rápido em minha mão. Saímos `a francesa e já dentro do carro ele disse que me levaria para casa. Não n**o uma leve frustração. Chegando na porta do meu prédio ele me surpreendeu quando estacionou em uma vaga qualquer e sinalizou descer do carro. - Achou que a noite já estava acabada? Vamos, quero o meu presente. - disse e em um piscar de olhos estava abrindo a porta para eu descer. Ele colocou a mão na base da minha coluna e adentramos ao edifício. Abri a porta e fiz sinal para que ele entrasse. Assim o fez e se sentou no sofá. Ofereci uma bebida e ele aceitou. Então entreguei uma taça para ele e me sentei ao seu lado. - Obrigada pela festa, foi maravilhosa. Apesar de saber que aparecer ao teu lado por algumas horas me fez mais inimigas do que uma vida toda. - Não me agradeça vai ter valido a pena. Dito isto ele colocou a mão em minha nuca e muito lentamente me puxou para sua boca. E só agora me dei conta do quanto eu esperava por isso. Ele encostou nossos lábios e suavemente começou a me beijar. Não me lembro da última vez que recebi um beijo assim lento e profundo. À medida que o beijo aprofundava mais eu me entregava. Ele nos afastou, colocou nossas taças em cima da mesa de centro e encostou-se em cima de mim me dando um beijo violento esbaldando necessidade. Precisamos da minha cama! O empurrei lentamente, sai de baixo dele e me levantei. O segurei pela mão e o puxei para o meu quarto. - Esperei muito por esse momento Meg. Agora estamos com roupa de mais. Deixe que eu te ajude com o vestido. - ele me disse com voz rouca e sensual. Fiquei de costas para ele e ele lentamente começou a desfazer-me de minhas roupas. E ficou alegremente surpreso ao descobrir que eu estava nua por baixo do vestido. Me virou de frente pra ele e me deu mais um beijo voraz. Se afastou um pouco e começou a tirar suas próprias roupas. Fiquei assistindo ao show com o desejo “suando” o vão de minhas pernas. Somente de cueca ele me jogou na cama e se acomodou no vão de minhas pernas. Não sei de onde ele tirou dois pares de algemas. Meus olhos brilharam em antecipação. - Espero que não se incomode, bem é meu aniversário, acho que mereço algo especial. - disse com um sorriso de lado. - Sem problemas. - respondo sinceramente já que não seria a primeira vez que alguém me algemava. Ele me surpreendeu prendendo a algema em meus tornozelos, um em cada lado da cama me deixando de pernas abertas. Pegou sua gravata e prendeu minhas mãos à cama acima da minha cabeça. Se levantou, tirou sua cueca e liberou sua ereção. Um belo, grande e grosso p*u. Olha, fui surpreendida. Lentamente ele engatinhou até minha boca e plantou um beijo, sua ereção roçando minha barriga. Lentamente ele beijou meu pescoço e desceu para os meus s***s. O caminho foi tortuoso até se aproximar do meu sexo. Ele se firmou sobre seus joelhos, segurou o seu p*u e muito lentamente começou a esfregá-lo por minha v****a, ia do meu c******s até para baixo de minha entrada e voltava, sem penetrar. Ficou nessa tortura pelo que me pareceu um longo tempo. Parou alguns instantes e voltou novamente. Ele quer que eu implore. Jamais!!! Ele segurou firme seu p*u e com ele deu batidas em meu c******s. Eu estava ficando louca e quando dei por mim súplicas haviam escapado de minha boca. Ele sorriu satisfeito ao me ver implorar. Começou a esfregar em minha entrada e depois de muito esfregar finalmente senti que ele havia penetrado a cabeça do seu p*u. Queria muito poder mover meus quadris e enfim fazê-lo entrar com gosto mais presa pelos meus tornozelos era impossível. Ele começou a alternar entre esfregadas e pequenas penetradas, mas somente a cabeça. Eu estava perdendo o controle sobre meu corpo e senti minhas pernas começarem a tremer. p***a vou gozar sem ele meter? - Meg este é o meu presente. - ele se afastou e se levantou. - Vai ficar tão frustrada quanto fiquei. Fiquei estarrecida. Ele levantou, vestiu, tirou uma pequena chave do bolso e colocou no meu criado mudo. - Até mais tarde Meg. Tenho umas coisas a fazer. Quando conseguir se soltar avise na portaria que estarei de volta a partir das catorze horas. - piscou, virou as costas e começou a sair. - Bastardo!!!! - foi tudo o que consegui gritar. Ele prestou uma breve continência e saiu.
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