CAP.12

543 Words
RD Quando seu Sérgio me procurou me dando essa responsabilidade aí, eu tava tão bem de vida que nem pensei, apenas aceitei. Nunca conheci a filha dele presencialmente, mas ele me mandou mil fotos dela e da neta. Demorei dois dias pra ir buscar elas, equipei a minha casa, ele pediu pra comprar mais roupas pra elas, sapatos e tudo que havia de melhor, e eu precisava fazer isso. Hoje era o tão esperado dia. Ia me fantasiar de entregador e subir pra buscar elas, obviamente eu iria apagar ele antes, já que meus homens iriam subir depois e tirar ele lá de dentro. Seu Sérgio estaria de prontidão observando tudo, ele queria ver e estar presente. Ele e meu pai era como se fossem irmãos, eu jamais poderia negar algo pra ele. Quando meu pai se foi, eu assumi a comunidade, mas com isso veio a depressão. Me afundei e drogas, bebidas e o Sérgio foi quem me ajudou, ele me deu uns "se liga" maneiro, coisa que eu não recebia de ninguém. Foi ele quem disse que eu precisava cuidar da minha mãe. Dona Maria caiu doente assim que meu velho faleceu, papo de ficar se cama e tudo. Como eu nunca havia visto ela assim, estranhei, e eu ter estado no fundo do poço ajudou ainda mais. Coloquei a roupa de entregador de pizza, vesti e sai de casa. Entrei no carro e fui em direção ao condomínio onde eles moravam. Cabeça, meu comparsa foi na frente, alguém precisaria acalmar o porteiro, logo depois eles deixaram eu entrar com o carro, estacionei no estacionamento e sai do carro com a caixa de pizza vazia. Dentro do elevador, apertei o botão do andar e subi. No corredor mesmo, me informei e peguei primeiro a menina. Sergio havia me dito que ela estava com a vizinha, não foi fácil não, mas eu falei por alto a situação e ameacei a velha, que logo entregou a menina. E pô, sem s*******m! A neném é a coisa mais linda que eu já vi! Essa menina quando crescer vai dar trabalho pra mãe dela. Nessa altura os meus homens já estavam tudo no estacionamento, deixei Arthur que era mais novo olhando ela no estacionamento e subi novamente, dessa vez, com os homens que se espalharam no corredor. Toquei a campainha deles e escutei gritos e mais gritos, logo ele atendeu. - Quem que está me incomodando a essa hora? - Ele abriu a porta - Endereço errado! - Ele falou. - Não senhor, é o certo! - Empurrei a porta entrando dentro do apartamento e já agarrando no pescoço dele. Meus homens entraram logo em seguida, mantendo a porta do apartamento fechada. - Onde ela está? - Perguntei calmo. - Quem você pensa que é? Viviane é minha mulher, quem toma conta dela sou eu! - ele gritava. - Quem mandou vocês aqui? - Ele ficava perguntando. Me aborreci e ao ver a porta de um dos quartos trancada, corri em sua direção e enchi ele de socos, fazendo o ficar desorientado. - Aqui quem faz as perguntas sou eu, seu i*****l! - Gritei com ele. Peguei as chaves dele e abri o quarto, e a cena imediatamente me assustou. Quem aguentaria viver nessas condições?
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