A manhã seguinte vem como um presente. E já estou sorrindo quando abro os olhos. Olho em volta, constatando que o dia já amanheceu e sento na cama. sorrindo mais. Duas camisas dele estão no meu quarto agora, as duas cuidadosamente penduradas nas costas da cadeira, e sei lá, isso parece íntimo e até um pouco romântico. Quando vou tomar café, já pronta para sair, o Luca já está lá. Estou cantarolando quando me aproximo. Ele me encara, com uma expressão misteriosa e a minha cabeça volta para ontem. O meu corpo acende na mesma hora que lembro das sensações que senti, dos olhos dele me encarando entre as minhas pernas. Da palavras de provocação e elogio. Quando chego na mesa, o meu rosto está queimando de vergonha, e ele ainda não falou nada. - Bom dia, herdeirinho. - Falo, meio sorri

