LOUCÄÄÄÄ

1015 Words

Amanda A dor era suportável. O medo, não. A Patrícia deu de ombros, como se tudo fosse banal. Como se nada daquilo importasse. Como se não importasse que ela tenha matado o próprio pai! - Foi necessário. - Ela falou parecendo entediada. - Assim como o Russo era necessário. - Agora ela suspirou. - Se bem que o Russo era apenas um mäl necessário... Nenhum dos dois foi capaz de me dar o que sempre foi meu. - Ela estalou a língua, como se estivesse realmente frustrada. - O papai sempre olhou com muito mais admiração para você, a menininha pobre e sem pai, filha da empregada. Isso eu só fui entender muito depois. Ela levantou, os olhos queimando de ódio na minha direção. - Eu nunca fiz nada contra você! - Eu murmurei, sentindo o pânico crescer. - Você ousou nascer, querida. - A voz dela

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