A pequena caixa de madeira repousava no centro da mesa como se esperasse por aquele momento havia décadas. Isabelle passou delicadamente a mão sobre a tampa. A madeira escura estava marcada pelo tempo, mas permanecia intacta. No centro havia um brasão desconhecido: uma estrela de oito pontas cercada por ramos de oliveira. Gabriel aproximou-se. — Você acha que devemos abrir? Ela respirou profundamente. — A inscrição dizia que só deveria ser aberta quando Paris precisasse lembrar quem realmente é. — Talvez ainda não seja a hora. Antes que qualquer decisão fosse tomada, ouviram passos no corredor metálico. Era o engenheiro responsável pela manutenção da Torre Eiffel. — Está tudo bem? Já faz quase duas horas que vocês estão aqui. Isabelle fechou rapidamente a tampa da caixa. — Enco

