O Louvre abriu suas portas ao público às nove horas da manhã, como em qualquer outro dia. Milhares de visitantes caminhavam pelos corredores admirando obras que atravessaram séculos. Para eles, era apenas mais uma visita ao museu. Para Isabelle, Gabriel, Adrien e Alexandre Beaumont, porém, aquele seria o dia mais importante da investigação. A pequena chave encontrada na moldura da pintura de Lucien Vernier estava sobre a mesa do laboratório de restauração. Era delicada, feita de bronze envelhecido, com o cabo em forma de uma estrela cercada por um círculo. Alexandre analisou cuidadosamente o objeto. — Não corresponde a nenhuma fechadura registrada no inventário do museu. Gabriel sorriu. — Então existe um lugar que nunca foi catalogado. Adrien concordou. — Ou um lugar que alguém fe

