ANDERSON Atravessamos um salão enorme ao passar pela porta, entramos e um corredor extenso com diversos quartos espalhados. O lugar gelado me fazia tremer, mas só queria entrar logo no quarto e sentar ao seu lado. As portas abertas podia ver mulheres gemendo, outras gritando de dor ao ter seu estômago apalpado por alguns enfermeiros. Eu nunca gostei de hospital, eles fedem a morte e a calamidade. Ele abre uma porta, adentra e sorri para uma Deise deitada na cama ainda pálida, ela não retribui o sorriso porque seu olhar se foca em mim, preciso me segurar para não desviar tamanho é a inércia no seu olhar. — Como se sente Deise? Visão escurecida ou formigamentos nos membros? — Eu estou bem, só um pouco fraca e com dores no corpo. — Olha para ele, tentando sorri no processo. — Bom, os r

