Capítulo 1

912 Words
Naquele quarto de motel, estão Mirela e um homem desconhecido. Ela contrariando todos os conselhos que um dia recebeu de seus pais acompanhou após sua festa de formatura um homem. As palavras picantes aos ouvidos, cada uma delas faz seu corpo arrepiar. Em um momento ela apenas caminhava acompanhada dele até seu carro, em outro já estava aos beijos com ele entrando no quarto, e agora está nos braços dele na cama aproveitando da mais devassa safadeza. — Você é uma menina má e eu vou te punir. Diz o homem beijando seu pescoço. Ela ainda sob os efeitos das bebidas que seus colegas levaram as escondidas para a festa, sentia sua cabeça pesada em guerra com os arrepios que causam os lábios dele na extensão de seu ser. Os beijos ardentes, as línguas se encontrando e ela se dando a ele sem dor, não, não há dor apenas fogo. Um fogaréu que ela nunca esperava que um dia fosse sentir. Não houve troca de nomes ele apenas a chamou para passear e ela o acompanhou. A festa já estava chata então ela não viu m*l nenhum em acompanhá-lo. Naquele quarto a troca de prazeres se estendeu no resto da noite. Pela manhã ele acordou se vestiu pegou um papel e deixou seu número e seu nome, com um bombom de chocolate. Ele deu uma última olhada na jovem que dormia. Uma bela jovem apesar de ser bem mais nova que ele. A festa de formatura lhe rendeu bons momentos, ele só não esperava que ia se encantar por uma jovem de olhos expressivos e atitudes de coragem. Tirou o cabelo do rosto da jovem para admirar seu rosto lindo. — Devia ter perguntado ao menos o nome dela. Poderia ele olhar na bolsa se ela estava com algum documento, mas seria muita invasão da privacidade alheia. Esperaria pacientemente ela entrar contato com ele. Deixou o quarto na esperança da jovem entrar contato com ele. Quando Mirela acordou se deparou com um quarto que não conhecia com uma cama que não era sua e uma dor de cabeça. — Aí que pileque danado. Fala ao apertar as temporas. — A festa de formatura ontem rendeu. Ao olhar para o lado viu o bilhete com o chocolate. Ao pegar se lembrou de tudo o que houve, a festa se tornando chata, o estranho que a chamou para dar uma volta abriu e se deparou com um número de telefone e um nome: Robert. — Nem disse meu nome, não sei se terei coragem de ligar. Deixou o papel com o número de telefone com o chocolate e foi tomar um banho. Ao sair já vestida pegou o bombom e sorriu. — Um chocolate para adoçar o dia. Pegou seu celular agendou o nome e o número e se imaginou ligando para Robert. " Não sei se terei coragem de ligar" Pensa Mirela ao guardar o celular na bolsa e deixar o quarto. Teve medo ao passar pela recepção e ser barrada, mas o homem pagou a conta. Sua missão agora enfrentar seus pais pois dormiu fora e não tinha esse costume sem avisar. Chamou o Uber e mandou mensagem para sua melhor amiga. Raissa respondeu de pronto e disse que sua mãe havia ligado para ela. Mirela gelou. " Pronto a Raissa pois tudo a perder estou encrencada". — Mas não se preocupe eu disse que você dormiu em casa se puder venha para minha casa e liga do telefone daqui . Ao ler essa mensagem Mirela sorriu, sua amiga é uma pessoa incrível. Quando o Uber chegou ela pediu para mudar a rota para a casa da amiga, o motorista prontamente atendeu e assim Mirela seguiu para a casa da amiga. Ao chegar lá Raissa já esperava a amiga no portão. — Anda amiga me conta tudo eu vi quando você saiu com aquele Deus grego da festa! — O que rolou? Qual o nome dele? Onde vocês foram!. Foram tantas perguntas que Mirela se despediu do motorista agradecendo a corrida. — Aí amiga ainda estou com dor de cabeça, foi loucura dos meninos levar bebidas escondidas para a festa. — Mais loucas fomos nós que bebemos e mais louca foi você que saiu com um Deus grego estranho. Mirela sentiu o rosto corar. — Vem, vamos entrar Mirela lá dentro você me conta tudo, mas antes liga para sua mãe. Prontamente Mirela ligou para a mãe e a tranquilizou confirmado o que a Raissa falou que a festa terminou tarde e que a Raissa a convidou para dormir em sua casa e como era tarde ela esqueceu de avisar. Melhor do que a verdade, se imaginou contando para a mãe que depois da festa saiu com um Deus grego estranho que eles foram parar no Motel e o que rolou depois foi somente devacidade. Sua mãe ia ter um infarto se ela falasse isso. Mirela se despediu da mãe e disse que voltaria para casa mais tarde que quer passar a tarde com a amiga. Raissa se aproximou e falou ao telefone . — Não se preocupe eu e meu pai levamos ela para casa de carro. Mirela desliga o telefone e abraça a amiga. — Obrigada Raissa você me tirou de um problemão. — Tudo bem, agora me conta tudo o que houve, quero saber os mínimos detalhes. Raissa puxou a amiga para seu quarto para terem privacidade e trancou a porta. — Agora garotinha pode começar a me contar.
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