capítulo 8

1034 Words
Voltou o olhar novamente para o céu e viu uma nuvem oportunista encobrir a lua, sentiu seu coração gelar e o corpo arrepiar quando se lembrou do colega de sala o Amaro. — O entrão! — Robert preciso te contar uma coisa que aconteceu no ônibus a caminho de casa hoje. Robert notou a pele dos braços de Mirela arrepiada e percebeu que o que ela tem a contar para ele e sério. — O que houve meu bem? Estou vendo através da sua pele que o que aconteceu te incomodou e muito. — Foi um rapaz da faculdade, Robert, o Amaro, ele se aproximou de mim no ônibus e eu fiquei muito nervosa com isso. — Mas ele lhe faltou com o respeito Mirela? — Não, só o achei impertinente demais se aproximando querendo conversar e eu não quero saber, disse que tentou falar comigo na faculdade e eu acabei sendo grosseira com ele. Robert imaginou a cena, bem tipica de alguns rapazes entre 18/20 anos e algumas vezes homens mais velhos também. Rapazes assim não desistem de seus objetivos e Robert se viu com raiva do tal Amaro e sentindo ciúmes. — Sei bem como se sentiu Mirela, mas acho que se você foi grosseira com ele, talvez não se aproxime mais de você. — Ou talvez com sua grosseria ele ficou intrigado e isso o fará tentar se aproximar de você e aí eu terei que tomar uma providência. Mirela notou Robert socar com uma das mãos o volante. — Acho que não querido não se preocupe, e se ele tentar novamente verá o quanto posso ser m*l educada e grosseira. Robert se tranquilizou e pediu para Mirela ter cuidado pois homens assim costumam não aceitar um não ou uma grosseria como resposta. — Ele está na mesma turma que você Mirela?Eu vou observar — Esse nome Amaro não é estranho. Mirela sentiu medo ao perceber o ciúmes em Robert tocou-lhe levemente o braço. — Robert eu quero lhe pedir que não arrumei confusão, isso vai prejudicar o nosso relacionamento. — E eu quero lhe pedir que seja discreto ao me olhar e ao me dirigir a palavra na faculdade. — Não quero que descubram e atrapalhe o relacionamento tão bonito que está nascendo entre nós. Robert estaciona em frente a sua casa. Olha para Mirela e enxerga o medo e o receio que está escrito em seus olhos. Com carinho ele toca o rosto de Mirela. Da um leve selinho em seus lábios. — Ninguém vai destruir o que está nascendo entre nós, Mirela, eu só vou observar, não demonatrarei ciúmes, serei discreto. — Obrigada querido. Ela o chamar de querido o faz se sentir leve. Ambos desembarcam e juntos entram para a casa de Robert. Mirela deixa a bolsa e a mochila e cima do sofá. — Robert, como acredito que virei dormir aqui mais vezes essa bolsa vou deixar. Tem mudas de roupas um pijama e alguns produtos de beleza. — Tudo bem, eu concordo que é bom você deixar algumas roupas aqui, mas prático. Mirela se aproxima de Robert e eles se beijam, um beijo quente, de amantes. Se beijando eles vão parar no quarto e devagar Robert a deita na cama. Os beijos se intensificam e o corpo de Mirela se incendeia, como chamas incandescentes. Do lado oposto da cidade, Amaro, não tira Mirela da cabeça. A impertinência dela o deixou com mais vontade de se aproximar e tentar uma amizade e depois algo mais. Deitado em sua cama, fumando seu cigarro, ele planeja um jeito de se aproximar de Mirela. — Uma jovem linda e arisca, eu vou gostar de domar essa mulher. — A grosseria dela só me deu mais vontade de me aproximar. Um trago longo no cigarro é dado e devagar ele solta a fumaça pelos lábios. — Será interessante domar essa gata brava. Sentindo uma parte do seu corpo despertar inconscientemente ele leva sua mão por cima do cós da calça. — Eu vou domar essa mulher e depois ela gemera meu nome e me pedirá mais. Outro trago longo no cigarro é dado e após o cigarro é amassado no cinzeiro. Novamente Amaro solta a fumaça pelos lábios. — Eu vou ter essa mulher aqui do meu ladinho e ela vai amar estar de conchinha comigo. Sem imaginar o que Amaro está planejando, Mirela ainda troca carícias com Robert. Ele em vez de apagar seu fogo o mantém mais quente do que ela possa aguentar. " Ele realmente sabe como acender o fogo de uma mulher" " Quem deixou esse Deus grego escapar, fez bem, pois agora ele é meu" — Mirela, você me deixa louco! Essas palavras deixa Mirela acesa porém ela ainda não consegue retribuir as palavras mais picantes dele, a não ser pedir para ele falar mais. — Fale mais Robert... — Ela pede aos sussurros. Ele fica sem ação pois essa mulher o faz se sentir um bobo apaixonado. Ali naquele quarto são apenas os dois e o sentimento que está nascendo entre eles. — Deixa eu sentir... — Professor deixa eu sentir. Ela sussurra enquanto Robert passeia com beijos pelo seu pescoço. A noite é deles e eles vão aproveitar cada minuto íntimo entre eles. Após troca de carícias e a explosão de prazer em sexo, eles adormeceram abraçados. No outro lado da cidade Amaro planeja a maneira que vai se aproximar de Mirela, um jeito que ela não rejeite a presença dele. — Vou chegar de mansinho para ela não vir na defensiva com quatro pedras na mão. Amaro caminha no quarto pensando na melhor forma de se aproximar de Mirela e decide que a melhor forma e se aproximar do zero. — No busão eu fui com muita sede no pote devia ter chegado devagarinho, deveria ter deixado para conversar com ela nos arredores da faculdade. — Amanhã vamos chegar devagarinho, essa menina a Mirela com sua grosseria só me deixou com mais vontade de me aproximar e tudo o que eu quero eu consigo. Robert tem razão esse tipo de homem como é o Amaro não desiste de conquistar o que ele quer e o que ele acredita ser se direito dele.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD