Lucimar da Silva ( Bruninho ) " Quando eu era criança sempre me senti estranho em relação aos outros garotos. Nunca gostei de brincadeiras masculinas como: carrinho, luta ou quem arrota mais alto. Gostava sempre de estar limpo e de ter um cabelo grande, o que para minha família era um problema pois eles não aceitavam muito bem. Era chamado de afeminado, bicha, viado e outros apelidos preconceituosos e ainda tinha que lidar com o preconceito mais antigo, o da cor da minha pele. Sou o filho primogênito de cinco. Meu pai trabalha como pedreiro e minha mãe é a famosa dona de casa que acha que o homem deve trabalhar e a mulher ficar em casa cuidando do lar. Nossa família inteira é evangélica, inclusive eu. Não me identifico com a religião porém acredito cegamente em Deus como nosso rei sober

