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4462 Words
Pov Lauren Cabello Jauregui A boca de Camila subia e descia no meu m****o, suas mãos tocavam minhas bolas de uma maneira suave, porém bastante intensa. Eu só sabia gemer cada vez mais. Minhas mãos rapidamente se fecharam em volta de seus cabelos longos, macios e sedosos formando assim um r**o de cavalo. Seus olhos castanhos me fitavam de forma selvagem e suas bochechas se curvavam para dentro de sua boca sempre que ela chupava cada vez mais forte, ela sabia que eu não resistiria daquela forma, ela conhecia meu corpo à muito tempo para saber que em breve, eu me desmancharia para ela. Em um único movimento, Camila me tomou dentro de sua boca e me deixou sentir as paredes de sua garganta, meus olhos se reviravam para trás que eu sentia que à qualquer momento, ele sairiam de órbita, tamanho era o prazer que eu estava sentindo. Quando ela me tirou daquele calor gostoso, gemi totalmente desanimada quando vi que ela interromperia meu o*****o de escapolir pelos seus lábios. — Por favor, Camz. Eu estava quase lá. — Gemi quando senti ela se levantar e sentar no meu colo. Nós estávamos em casa, aproveitando que eu havia me alimentado e que a casa estava sozinha. Ficaria dessa forma até que Alice voltasse da escola. — Você não pode gozar na minha boca! — Camila disse encaixando nossos sexos, eu soltei um suspiro ao sentir o quão molhada ela estava. — Eu amo ter que fazer isso. — Eu disse vendo ela começar os movimentos no quadril. — E eu sei. — Ela estava de olhos fechados, centrada no que estava fazendo. — Porém, da última vez, Clara notou muito bem que a filhinha dela ganhou uma chupada no banheiro dela. — Acabei rindo, mas não tanto para não desconcentrar. — Minha mãe não notou. Ela é distraída as vezes. — Expliquei quase não me lembrando do que estávamos falando. — Sua mãe não é distraída. Ela tenta ser discreta quando sabe que uma de suas filhas gozou na boca da esposa em um domingo em família. Ah, Lo... Ai.. — Segurei firme em sua cintura e nos virei na bancada, dessa vez Camila ficando por baixo. — Ah... Eu te disse pra não fazer! Meu quadril começou à ir de maneira bruta em direção ao dela. — Eu não resisti. — Aconcheguei minha cabeça em seu pescoço. — Sua boquinha é muito gostosa. Disse sacana. Até senti as paredes vaginais de Camila apertarem meu p*u. Eu não resisti. Assim que senti ela melar meu p*u, gozei logo em seguida preenchendo toda minha esposa. — Nós deveríamos deixar que Alice passasse essa semana com meus pais. — Falei ainda nem saindo de dentro de Camila. Seus s***s estavam atraentes demais para que minha boca conseguisse ficar longe dele. — Eu quero passar a semana te fodendo inteirinha. Camila gargalhou. — Você quis um filho! — Me empurrou para o lado. — Agora arque com suas consequências, mocinha. Olhei para ela que se levantava e vi minha p***a escorrer por entre suas pernas, apenas senti meu p*u se animar rapidamente e gemi frustrada sabendo que Camila faria jogo duro. — Você não pode me deixar assim! — Apontei para meu amigo que batia no meu umbigo. Camila me olhou por cima dos ombros e sorrindo, disse: — Já te peguei masturbando uma vez na sala da minha casa à anos atrás, você pode fazer isso novamente. — Ela me mostrou a língua. — Só que dessa vez na minha cama e para mim. E eu engoli em seco. Ao menos eu sabia que no final daquilo acabaria fodendo aquela b***a deliciosa. Ou não. Já que o telefone de casa tocou. — Eu vou m***r a Allyson e irei dar a cabeça dela para os cachorros de Seth correrem atrás! — Ameacei e Camz gargalhou indo em direção ao telefone. — Alô? — Ouvi alguns ruídos. Logo a voz do meu pai foi ouvida. — Porque não atenderam o telefone? Eu liguei várias vezes!! – Então me lembrei que eles estavam em algum lugar da casa, no modo silencioso, sem vibração e nem nada. Camila me olhou de forma imoral quando notou que aquela era a minha tática para ter uma f**a sossegada, porém eu esqueci de tirar o telefone fixo da tomada. — Estávamos ocupadas. — Camz disse desconversando. — Estávamos fodendo. — Falei quase que em seguida, meu pai não gargalhou e Camila me arremessou um de seus cremes que havia ganhado de presente de Alice. Nossa filha não sabia que nós não precisávamos disso. Dinah disse uma vez que nós usávamos muito produtos Ivone, e que era por isso que nossa pele era daquele jeito. Acabei rindo ao me lembrar de que alguma forma, aquilo pareceu fazer sentindo pra minha filha com apenas dez anos. — Algum problema? — Camz perguntou ao meu pai. Mesmo de longe, eu sabia que ele estava tenso. — Vocês precisam vir agora para o hospital! — Senti meu corpo paralisar ao ouvir aquilo. — Aconteceu alguma coisa com minha filha? — Camila perguntou e eu já estava começando a correr em super velocidade pelo quarto em busca de roupas novas para nós duas. — Alice está bem, apenas assustada. O problema real é com Luna! — O QUE ACONTECEU COM ELA, PAI? — eu puxei o celular do ouvido de Camila assim que vesti um vestido preto que encontrei no closet, minha esposa foi se vestir nesse tempo. — Apenas venham logo e nós poderemos conversar melhor. — E desligou. Eu fiquei atododada, com medo e uma apreensão que eu não sabia explicar. Quando Camila ficou pronta parece que eu estava tudo no automático, ela nos levou de carro até o hospital em que meu pai trabalhava e ela se informou sobre tudo. Quando chegamos na sala de espera, notei que minha família toda estava ali com a diretora do orfanato que Luna vivia nos dias que não estava com o tio. Dinah e Normani pareciam ser a mais desesperadas ali. Eu entendia minhas duas irmãs, fora Camila e eu, eram com quem Luna tinha mais afinidade, Normani vivia dizendo que Luna era a filha perdida dela e Dinah adorava o fato da garota viver aprontando para cima de Nate e Seth com ela. Droga, eu precisava saber que m***a estava acontecendo ali! Então as portas se abriram e meu pai passou por ela com um semblante triste e preocupado. Não precisei de muitos segundos para saber que a vida estava sendo injusta e que Luna estava em coma. Pov Alice Burra Cabello Jauregui 2 semanas depois... Eu via o corpo dela deitado naquela cama bastante pálido e sem se mover. Seu peito subia e descia de forma lenta, quase que imperceptível. Eu olhava para seus olhos fechados imaginando que ela poderia abri-los à qualquer momento. Que seu sorriso de covinhas apareceria para me alegrar e dizer que ela estava bem. Porém eu sabia que isso não iria acontecer. Luna estava com o corpo coberto de hematomas, haviam várias ataduras nela, na cabeça, braços e pernas, tórax e abdômen, minha amiga não estava bem e eu sabia que a culpa de tudo isso era minha. Eu tentava não deixar que minhas lágrimas caíssem sobre ela, eu me sentia tão baixa, tão lixo, eu sou capaz de fazer qualquer coisa para que minha amiga volte para casa, Luna é cheia de vida para ter que ficar pressa aqui... Dentro desse hospital, dessa sala, dentro do seu próprio corpo. Então eu me permitir chorar. Eu queria que ela acordasse, mas Luna era i****a o suficiente para que não o fizesse. Curvei meu corpo com cuidado sobre o dela e a abracei. Eu não podia apertar por causa das agulhas e machucados, mas assim que ela acordasse Luna iria me pagar por andar de bicicleta por aí sem equipamentos. Ela sabia que era perigoso. Eu sabia que ela não tinha sido a culpada pelo acidente. Eu sabia quem era o culpado, mas não daria o gostinho de pensar nele agora. Com cuidado, permiti que uma das minhas mãos fizesse trilha até à sua que estava apoiada na sua barriga e a segurei, queria que ela soubesse que eu estava ali. — Me perdoe. — Disse baixinho. — Eu sou uma estúpida. — Confessei. — Eu sei... Eu só... Achei que era verdadeiro, entende? — Olhei agora seu rosto novamente, esperando pelo momento em que ela me diria que eu só pensava em macho. — Achei que fosse... Pra mim tudo era. Era real, Luna e eu acabei me deixando levar, fiquei cega e fui uma estúpida por não perceber que a pessoa que eu mais amo estava do meu lado sempre. Me desculpe, eu prometo que não sairei do seu lado... Jamais. Eu não queria falar aquilo. — Eu dizia de forma desesperada, eu começava a me sufocar com as palavras. — Luna, por favor... Volta pra mim! — Eu não sei, apenas não saia nada coerente da minha boca. Eu me desatei a chorar mais uma vez. Tinha perdido a conta de quantas vezes isso tinha acontecido nas últimas semanas. Eu sentia saudades de Luna, falta das conversas estúpidas e suas piadas sem graça. Parece que tudo não fazia mais sentindo desde que ela estava deitada ali. Eu tinha ficado sem rumo, sem qualquer chance de aprender a lidar com a vida sem metade da minha própria vida, do meu lado. — Luna, eu sinto sua falta... Porque você não consegue? Você precisa voltar pra casa, pra nossa família, pra mim. — Continuei suplicando. — Precisa voltar pra nós... Eu olhei por alguns segundos e permaneci em silêncio, quando nós descobrimos que ela ficaria em coma, meu avô disse que precisávamos manter diálogos com ela porque ela era capaz de nos ouvir e isso a estimularia de uma forma impressionante para que voltasse ao mundo real. Eu tentava, mas era h******l esperar por algo que você não tinha certeza sobre. Então, vi seus olhos começarem a se abrir aos poucos, meu coração disparou dentro do peito e minhas pernas tremeram. ...Eu sabia que ela corria um risco de nunca acordar novamente, ainda assim, naquele instante, eu me senti bem. Inteira. Pude sentir meu coração batendo no peito, o sangue pulsando quente e rápido por minhas veias de novo. Meus pulmões encheram-se do doce aroma que vinha da pele dela. Era como se nunca tivesse havido um buraco em meu peito. Eu estava perfeita - não curada, mas como se nunca tivesse havido ferida... Luna me olhou por alguns segundos antes de tentar abrir a boca para falar algumas coisas. — A-achou q-que se... Livraria d-de m-mim, veada? — Ela disse e foi impossível não gargalhar e me jogar sobre ela. Pov Seth Cabello Clearwater — Tem certeza de que mamãe não irá descobrir? — Taylor perguntou para Lauren. Ela parecia mais preocupada do que eu ali. — Tenho sim. — Minha sogra respondeu firme. Engoli em seco, porque eu sabia que quem iria fazer o trabalho pesado seria eu. — Camila não saberá de nada! — Porque exatamente sou eu? — Perguntei mais uma vez. Lauren bufou e se virou para mim, já que eu estava no banco traseiro do carro enquanto ela e Tay estavam na frente. — Porque Natan parece velho demais e todo mundo sabe que ele é namorado de Leah. Já você não, tem todo esse rostinho imaculado de adolescente do ensino médio mesmo sendo quase um idoso. — Ela disse e eu me senti um pouco ofendido porque ela me chamou de velho. — E você sabe... Alice também é importante, pra você deixar qualquer um machucar ela. E então eu me lembrei do motivo que me fez concordar com aquela doida. — Não me chame de doida, cachorro! — Ela me olhou e eu tremi. — Se não corto seu p*u fora junto com o daquele pirralho desvirtuador de moças indefesas! — Ameaçou e eu senti que foi real. — Mamãe! — Taylor tentou me defender. — Se for pra ameaçar meu marido, nós iremos pra casa! — Não... Ele só me desrespeitou! — Tentou se defender. Foi a vez de Taylor me olhar e novamente, engoli em seco. — Continuando... Você vai lá e dá uma lição nele. — Ainda acho que mamãe vai implicar com nós três... — Taylor disse mais uma vez. — Acho que deveríamos deixar que Lice se esclarecesse com ele. — Conhecendo Camila da forma que conheço, tenho certeza de que ela está traçando planos para acabar com a vida inútil desse moleque. — Disse vendo as duas mulheres na minha frente se entreolharem. Ela sabia que eu tinha razão. — Porém m***r não é uma opção. — Disse sensato. — Nem desmembrar ninguém. — O QUÊ? LÓGICO QUE É! ACHA QUE ELE VAI f***r MINHA FILHA E ATROPELAR À OUTRA QUE TUDO VAI FICAR BEM? ESSE FILHO DA p**a PRECISA APRENDER A NÃO ENTRAR NA FILHA DOS OUTROS. — Lauren disse toda exaustada. Fiquei nervoso, mas não tanto ao ponto de me transformar ali dentro. Olhei mais uma vez pelo vidro preto do carro notando o menino chamado Billy rodeado de garotas e rindo como se nada tivesse acontecido. — Certo, tudo bem. Vou fazer isso, só espero que caso eu seja preso. Vocês paguem a fiança! — Não esperei por uma resposta porque eu sabia que ela não iria vir. Como estava um dia chuvoso em Forks, coloquei o capuz sobre minha cabeça e em passos largos, descontraídos, cheguei rapidamente perto do garoto. — Ei. — O chamei, porém ele nem me notou. Mas suas garotas sim, elas me olhavam de forma estranha, bastante maliciosas. Tenho certeza de que Lauren estava tendo trabalhado em manter Taylor dentro daquele carro. — Quem é você? — Uma das garotas perguntou e só assim tive a atenção do garoto. — Não importa quem eu sou, apenas saiam e me deixem com ele. — Apontei para o i*****l e a forma grosseira que usei foi o suficiente pra fazer elas se afastarem e nos deixar à sós. — O que você quer? — Ele parecia com medo. — Vai pra floresta! — disse ainda de maneira firme, senti quando ele engoliu em seco e sem pensar duas vezes fez o que eu mandei. Caminhamos em silêncio até que passamos pelo carro onde Lauren e Taylor estavam, eu conseguia ouvir os rosnados de Lauren aí e sabia que Tay estava fazendo o impossível pra manter a mãe ali dentro, caso contrário Billy era um cara morto agora. Ele continuou andando em frente e as vezes olhava para trás para ter certeza de que eu ainda o seguida. — Acho bom você não correr. — Avisei. — Ou eu irei quebrar suas duas pernas! — Isso é um assalto? — ele tentou parar de andar, mas eu o empurrei com tudo. Fraco do jeito que era foi ao chão. — Olha, meus pais são ricos.. Eu posso te dar o que você quiser. — Acabei gargalhando quando puxei ele do chão pela gola da camisa. — Você não tem absolutamente nada que me interessa. Porém, você mexeu com alguém que não deveria! — Quem? — Nós estávamos quase no meio da floresta, ninguém poderia nos ver ou ouvir. E isso era bom. Mas eu logo senti Lauren e Tay por perto. — Alice. — Disse o nome da minha cunhada. — Ah, ela? — Ele se virou novamente para mim. — Ela não é ninguém, ela é só uma garota da escola que quis que eu transasse com ela. Ninguém importante, você pode ficar com ela se quiser.. Ela é muito gostosa e.. — CALA A SUA BOCA! — Foi rápido, eu não fui o suficiente para impedir que Lauren socasse a cara dele. Eu fiquei assutado quando percebi que ele tinha caído alguns metros de distância. — Estamos fodidos! — Me desesperei ao olhar para minha esposa que parecia da mesma forma que eu. — Camila vai m***r nós dois! — Mãe! Por favor, para! — Taylor foi pra cima de Lauren​. — Você vai m***r ele! — É isso o que eu quero. Esse filho da p**a! — Lauren tentava se soltar de Taylor e eu fui até o garoto que estava com o rosto todo ensanguentado, meu desespero foi maior quando notei que ele estava quase morto. — Ele disse que ela não era ninguém quando na verdade ela é tudo pra mim. Esse filho da p**a deve morrer! Eu vou... — Ele está morrendo! — Taylor me olhou. — Ouçam o coração. Ele não vai aguentar muito. — Billy estava de olhos abertos tentando dizer alguma coisa. — Me solta! — Lauren olhou para Tay. — Me solte, agora. É uma ordem! — Taylor olhou pra mim e eu confirmei, quem sou eu pra ir contra Lauren Jauregui? A mulher é um demônio quando quer. Ela se aproximou do garoto quase morto no chão. — Olha, eu sei que você está me ouvindo. Eu consigo ler seus pensamentos... Eu não queria m***r você, mas você é fraco e não aguentou nenhum soco meu... E nem foi forte. — Cheguei perto de Tay, fiquei imaginando, se com um soco ela quase quebrou o maxilar dele, imagina quando for mais forte do que isso? — Você é fraco. Eu disse pra Lice que você não era bom o suficiente pra ela, disse diversas vezes... Mas ela dizia que você era o amor da vida dela, espero que um dia ela me perdoe por m***r você. — Ela parou um pouco. — Sou mãe dela e sim.. Eu não sou humana, não mais... Porém não vou fazer você voltar à viver, você é um lixo humano e eu estou fazendo um favor para o mundo. — Eu quis rir, mas fiquei com medo. Vai que apanhasse também? — Seus pais não vão achar seu corpo, sei que é errado e tudo, porque eu também sou mãe. Mas você feriu minha filha quando disse aquilo tudo pra ela, você a magoou e isso não tem perdão. Seus pais não tem culpa do filho que tem e eu sei que está doendo, eu consigo ouvir seu coração ir parando, deveria agradecer que foi rápido, minha esposa... A Camila, adora torturar os outros... agradeça por ela não está aqui e nós nos vemos no inferno! — E o cara morreu. — Tudo isso pra nada. — Taylor disse. — A senhora prometeu que não iria fazer nada! — Acha que eu iria deixar barato? Eu jamais irei deixar alguém fazer m*l a uma das minhas filhas e ele sair muito bem dessa história. — Ela olhou para mim e eu engoli em seco. — Você já está avisado, espero que não tenhamos que ter nenhuma conversa do tipo... — Ela m*l tinha fechado a boca e eu já estava concordando. — Como vamos fazer com o corpo? — Apontei para o garoto jogado no chão entre as árvores. — Por mim ficava aí apodrecendo, mas os animais irão aparecer pra comer e eles não merecem. — Ela explicou. — Deixa no carro dele e joga o mesmo do penhasco. Faz qualquer coisa, quero ir pra casa ver minha família. — Sabia que sobraria pra mim. — Reclamei. — Vou voltar como? — Correndo? — Lauren respondeu impaciente. — Você já foi mais esperto Seth, eu hein.. Se afaste de Dinah, ela influência muito essa mente de vocês. E ela se virou caminhando para longe de Tay e eu. Fiz becinho pra minha esposa que riu. — Minha mãe está apenas... Neurótica. — Ela fez uma careta. — Mãe Camz irá criar uma guerra ao saber disso. — Ela não saberá se nenhum de nós contarmos. — Sugeri. Eu tinha medo da Camila. — Se tia Ally não tiver dito nada. — Ela me beijou. — A fadinha é fofoqueira. — Ela riu. — Tenha em mente que se ela soube dessas palavras, você também será um homem morto e eu sou nova demais para ser viúva. — Abracei minha garota de forma apertada. Eu amava essa mulher. — Eu jamais te deixarei sozinha. — Olhei em seus olhos. — Eu te prometi isso. — Eu amo você. — E eu amo você. — Selamos ali, mais uma vez, aquela promessa. Pov Lauren Jauregui Não tive tempo pra esperar por Taylor se despedir de Seth. Ouvi meu celular tocar e vi que era Ally, achei estranho, minha irmã não tinha como saber do que estava acontecendo porque Seth estava comigo, ele empatava as visões dela. — Diga, irmãzinha! — Você precisa vir pra casa, os Estrabão's estão se aproximando! Senti meu corpo gelar mais do que o normal. — O quê? Camila sabe sobre isso? — Sim, ela sabe e está tão perdida quando você. Há séculos que não falam com eles, Dave disse do Brasil que não sabe o motivo da visita, mas que precisamos​ manter Alice longe. — m***a, Ally. Onde ela está? — Papai disse que está no hospital, mas que ficará de olho nela. — Estou chegando aí. Deixei as chaves do meu carro na ignição, não tinha tempo pra avisar Taylor e ela iria levar o mesmo. Ela sabia que eu amava demais aquele carro para ter que o deixar em qualquer lugar se não fosse importante. Corri o mais rápido que eu pude, a floresta passava como borrões diante dos meus olhos. Eu não sabia o motivo para que eles estivessem de volta ali, à séculos nós não mantínhamos contato com nenhum deles, mesmo eu insistindo para que Camila fosse visitá-los, ela vivia dizendo que a família dela estava aqui agora e que por isso não sairia do meu lado. Com a chegada de Alice, nós esquecemos de muitas coisas. Principalmente ter que lidar com vampiros que se alimentavam de sangue humano. Eu não queria nenhum deles perto da minha filha, se eu tivesse que m***r quem quer que fosse, eu mataria. Apenas para que ela ficasse bem. Mas foi quando eu estava perto de casa que senti cheiros diferentes​. Fechei os olhos por alguns segundos e joguei meus cabelos para trás, era tarde demais. Droga, eles já estavam ali. Quando pisei no jardim pude entender melhor o que estava acontecendo. Nate estava transformado em lobo, na sua frente havia um garoto, com no máximo dezoito anos. Branco, cabelos negros e olhos vermelhos, seus dentes caninos estavam expostos e eu sabia que qualquer movimento em falso de Nate ele atacaria. Atrás dele estava uma garota também pálida, cabelos pretos e compridos, corpo esbelto porém pequeno. Ela era bonita. Percebi que ela tentava impedir que ele avançasse. Júlio e Gina estava com sorrisos zombeteiros ao lado de Dinah, Mani e Troy. Minha mãe, Camila e Ally pareciam não estar gostando daquilo. Só então, notei Leah tentando acalmar Nate. — Adam, afaste-se! — A menina disse. — Nós somos visitas. — Esse lobo deve morrer, Bree! — Natan, volte ao normal. Você não pode brigar aqui! — Leah lembrou e Natan voltou alguns passos, achei que era hora de mostrar meu rosto e correndo, cheguei em segundos no meio dos dois. Os dois acabaram se assustando com minha presença ali. — Interrompi algo? — Olhei para os dois. — Não, amor. — Camila disse e correu até mim. — Nate que se estranhou com o rapaz aí. — Ela apontou para Adam. — Chegaram à muito tempo? — Olhei agora Gina e estranhei que ela havia vindo apenas com dois soldados da guarda e o irmão. — Devo me preocupar com essa visita inesperada? — Acabamos de chegar. — Júlio disse. — Voltem para seus lugares. — Rapidamente os dois garotos fizeram o que lhe foram ordenado. — Não podemos mais visitar outra parte da família? — Gina brincou. — Vocês somem, esquecem da nossa existência. Principalmente você, Mila! — Minha esposa correu ainda em velocidade anormal e seu corpo se chocou com o de sua prima. — Eu estava com tantas sau... — Mãe? — E então, foi como se meu mundo estivesse chegado ao fim. Aquele timbre de voz pegou todos ali que o conheciam, desprevenidos. Olhei agora para Camila que permanecia de costas para Alice, eu também estava. Eu estava com medo de encarar ela e ver suas feições. Fechei os olhos e puxei o ar para dentro dos meus pulmões mesmo sabendo que não era preciso. Eu pedi baixinho para que Natan não estivesse mais em sua forma de lobo, mas eu quis arrancar sua cabeça quando finalmente criei coragem e me virei, notei que ele parecia incrédulo, ao lado de Leah que não sabia o que fazer. — O que...? — Alice parecia pedida, seus olhos vagavam para todos os rumos que poderiam ir. — Mãe Camz... Ela... Ela correu... — Ela engoliu em seco.. — Você também, Lo! Camila caminhou até ela, em passos humanos. Alice olhava para o chão, paralisada. Eu sabia que seu corpo estava tremendo, ela estava com medo. Mas foi a maneira que seus pulmões começaram a agir de forma intensa que eu fiquei preocupada. — Alie, nós podemos conversar? — Camila falava baixinho. — Porque vocês tem uma humana? — Camila parou de andar quando Júlio abriu a boca. — Vocês são vampiros que se alimentam de sangue humano, Camila... Estão criando seu alimento agora? — Ele tentou fazer piada, até riu, mas dessa vez nenhuma pessoa o acompanhou. — O que está acontecendo aqui? — Do que ele está falando, mamãe? — Alie olhava de mim para Camila. Eu não conseguia nem ao menos me mover. — Filha... Eu.. — Camila parecia estar tão perdida quanto qualquer um de nós. — Nós somos... E então, Natan se transformou em sua forma humana, eu quis bater nele. Tanto por ele está nu na frente da minha filha, quanto por ele ser e******o ao ponto de fazer aquilo. — Nate? — Alie se afastou assim que Camila estava perto dela. — O que são vocês? Nate me olhou, Leah correu rapidamente para dentro e voltou com uma toalha em mãos. Aquilo foi o suficiente para fazer tudo se perder na mente de Alice. — Eu não sei... Eu não queria, mas acabei me transformando de volta! — Ele explicou, mas não era hora para dar atenção pra ele. — Filha? — Minha voz saiu rouca, áspera. — Nós precisamos conversar! — Caminhei em passos largos até ela. — NÃO, SE AFASTEM DE MIM.. EU NÃO SEI QUEM SÃO VOCÊS... E então ela correu de volta para a floresta, eu tive certeza de que falar a verdade para Alice não seria da forma pacífica que um dia meu pai mencionou. Até logo... ?
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