Com a arma do atentado contra Aquiles em mãos e o depoimento do vereador, que estava recebendo proteção a vítima, começaram as diligências a procura de Renato.
O homem encontrava-se preso, totalmente nas drogas, sendo um perigo para onde havia foragido. O disk denúncia foi acionado, e logo ele foi capturado e enviado a cidade.
Ao chegar de cabeça baixa na cidade, se viu julgado por uma população enfurecida, nem mesmo sua esposa compareceu pra ver, sabia que ele era realmente culpado. Com muito trabalho a polícia conseguiu, dispersar a multidão, e o homem foi conduzido ao iml local, em seguida ficou preso, com grande repercussão local, vereadores comemoram a prisão dele.
Em sua cela, abandonado por todos, o homem reflete, que agora era o fim da linha pra ele.
Helena, não conseguia por mais que tentasse confortar Gustavo, há uma semana sua mãe evaporou, por mais que procurassem , não encontrava. Totalmente desanimado, pega o carro e sai, para no meio do nada, as lágrimas correm de seus olhos, provavelmente sua mãe estaria morta, desce do carro e tenta ter pensamentos positivos, até que ver uma caverna com grandes, o que era incomum, curioso sobe o barranco e encontra sua mãe desmaida.
_ Mãe! Mãe! começa a gritar sem parar pedindo a Deus que não tivesse alucinando.
Bem longe, Edna escuta uma voz familiar, era Gustavo, seu filho, pensou está sonhando, pois, sonhou tanto com esse momento. Abre os olhos e as lágrimas tomam conta seguido por um desespero terrível.
_ Filho me ajuda. Sua voz era fraca.
Olhando para a grossa corrente e o cadeado, o rapaz pega um pedaço de rocha, as mãos sangravam, ele batia com mais força, até o cadeado ser rompido. Milagrosamente, o rapaz, retira sua mãe, Edna que era uma mulher muito bonita, tinha envelhecido em seu cativeiro uns 10 anos.
Com muito esforço conseguiu, leva-la nos braços para o carro, acelerando para o hospital mais próximo. Chegando no hospital, com a mãe já atendida, liga para Helena informando que já havia encontrado sua mãe. A mulher do outro lado da linha se mostrou bastante aliviada, afinal Edna, sempre foi um amor com ela.
Em pouco tempo, o delegado Leandro, chega e Gustavo conta detalhes de como a encontrou, como estava a dias sem comer e sem beber água, seu quadro era grave, mais os médicos garantiam que ela ficaria bem.
Ao chegar na caverna, Estevão ver que Edna já não estava lá, o homem se desespera, porque dependendo de quem a tinha resgatado, prisão seria certa. O homem, pensou seriamente, e decidiu passar um tempo fora da cidade, ligou para Eduarda e pediu que cancelasse sua agenda, pois, cuidaria de um problema de saúde. Mas, deixou claro, que o deixasse por dentro de todos os acontecimentos.
Edna acorda no fim daquele dia, ver o filho sentado, cochilando ao lado da cama. Ele a salvou, ela sabia que ele a salvaria...
_ Gustavo?
O homem desperta, sua mãe estava acordada e o chamado, agora sim, as coisas, estavam se organizando.
_ Oi mãe, como a Senhora esta?
_ Agora bem, meu herói. Ela sorri.
_ Mãe, quem fez isso, com a senhora? Questionou.
Nesse momento, o delegado Leandro chega, abraça a mulher. Então, ela contou que foi Estevão Magalhães, mas que não queria abrir ocorrência, os homens Zé olharam mas não a questionaram.
Na manhã seguinte estavam voltando para a cidade.
Jorge, continuava exercendo suas funções, sua popularidade havia despencado, ainda assim, continuava, até os trâmites do impecheamet serem concluídos. Conversando com seu novo chefe de transporte, Lira, perguntou como estavam as entregas das drogas para as cidades vizinhas. Com um sorriso maquiavélico, o homem garantiu que estava tudo indo muito bem. Jorge confessa que Renato, preso, era um perigo, e que era uma ponta que deveria ser cortado. Entendendo a mensagem, o homem voltou a sorrir e saiu da prefeitura.
Isadora, vai a casa de Gustavo e Helena, visitar Edna, apesar de várias richas do passado, as mulheres se respeitavam. Eduarda informa a Estevão que Edna havia aparecido, e que todos falavam numa boca só que ela teve um surto e ficou perdida.
Ao desligar o telefone, Estevão sorriu aliviado, ela não o entregou, no fundo, seu ego gritava que ela o amava.
No escritório de Gustavo, Edna conta para o filho, a nora e o namorado que Estevão era seu sequestrador.
Helena, pede que a sogra o denuncie, ela sorri, mas seus olhos entregam sua dor, então ela relata que, quando jovem, após, terminar o relacionamento com Estevão, ele inconformado a desvirginou, José seu namorado, queria matá-lo, mas os Magalhães sempre foram influentes, algum tempo depois descobriu está grávida e José prontamente casou com ela, assumindo seu filho Gustavo. Um silêncio mortal, pairou sobre o escritório, então Gustavo relembra, que quando o procurou pra saber da mãe, ele o chamou de filho, odiava aquele homem e tudo que fez pra destruir sua família. Leandro, queria que ela abrisse uma ocorrência, Edna lembra da memória de José e o quanto ele foi bom, gostaria de deixar no passado, e seguir a vida. A indignação estava dentro de Gustavo, mas respeitou a vontade de sua mãe.
Estevão, volta a cidade de madrugada, vai direto na casa de Susana, que ao abrir a porta, aparece com Oswaldo, sem jeito, ele desconversa, e vai para sua casa.
Oswaldo pergunta a Susana:
_ Você sabe o que ele realmente queria?
A mulher responde: _ Provavelmente uma cama quente pra se aquecer. Só que na minha cama, só tem lugar pra você.
Os dois se beijam, e vão para cama.
Jorge, chega em casa totalmente embriagado, olha pra Nayara e pede pra ela tirar a roupa, ela se n**a dizendo que ele estava fedendo a álcool. Irritado, o homem bate nela, lhe arranca a roupa, e na sala mesmo, a vira de costas, lhe penetrando por trás, a mulher grita, e ele bate nas costas dela. Não, se contentando, ele a empurra no chão, abre suas pernas, e novamente a penetra com todo o horror, ela se debate, ele continua com seu sadismo, ele a beija a força, wla o morde, ele sagra, e da-lhe socos no rosto, o horror que viu quando criança estava vivendo. Uma empregada acorda com os gritos, e ver a cena extremamente violenta, ele morde os s***s dela, que continua gritando. Logo, ele goza, se levanta e diz: _ Sua vagabunda, nunca diga não pro seu homem.
Destruída, Nayara com os olhos roxos, a boca estourada e diversos machucados, precisava fugir dali.
Leandro está no plantão noturno, e logo vai ao restaurante da prima Isadora que está fechando, ele diz que precisam conversar, engolindo em seco a mulher o deixa entrar...