Após bater na filha, Susana, a confronta, pois, mostra as fotos tiradas dela dentro do presídio.
Muito exaltada, Helena, pega sua bolsa e sai, não dando satisfação a sua mãe. A mulher sabia que agora, ela tinha um sério problema, e que iria contar pro marido, só não sabia como.
Jorge que escutava a conversa, entra e consola Susana, ele relata, que já suspeitava do relacionamento da filha
dela com Gustavo muito antes da viagem, a mulher pede que ele fique quieto, pois, ela mesma contaria para o marido.
Fabiana chega no hospital, onde Tamires estava aguardando sua mãe para ir embora.
_ Boa tarde! Você é Tamires? Perguntou a mulher.
_ Sim, eu conheço a senhora?
_ Não, mas meu filho você conheceu bastante! Sou Fabiana, mãe de Flávio.
Um arrepio descomunal, tomou conta dela.
_ Meu filho está debaixo do chão por sua causa! Você tem noção da gravidade do que fez, minha mãe morreu, minha família acabou!
_ Eu sinto muito, eu não sou culpado, eu sou...
Nesse momento, Isadora ouvindo os gritos da filha.
_ Quem é essa mulher? Perguntou Isadora.
Olhando pra recém chegada, Fabiana fala: _ Sou a mãe do rapaz assassinado a quatro anos por causa de sua filha!
_ Minha filha não tem nada haver com, a morte de ninguém, aquele obcecado, vivia na minha casa ganhando nossa confiança, pra falar pro namorado dela na época, que tinha um caso, o assassino está preso, infelizmente Gustavo, perdeu a cabeça e resultou nisso tudo.
_ Eu conheci o inocente que vocês culparam, a verdade vai aparecer.
Os seguranças do hospital chegaram, e a retiraram de lá.
A mulher foi embora, sabia que tinha algo errado, sentia a mentira no ar.
Isadora , liga para o primo, e pede que ele converse com a mãe de Flávio, ela esteve aqui nos ameaçado. Ele diz que vai conversar com ela.
No presídio, Helena relata que sua mãe descobriu o casamento deles, e que pediu pra ela se divorciar. A jovem falou que não desistia dele e que em breve, eles estariam morando juntos. Abraçados, prometem lutar até o fim.
Ao chegar em casa, o dr Estêvão Magalhães, encontra sua esposa com um olhar perdido e preocupado, olhando pra ela sabia que lá vinha bomba.
_ Fala logo mulher, o que houve? Cadê Helena? Aconteceu alguma coisa com ela? Fala...
_ Nossa filha nos traiu. Então ela mostra as fotos de Helena com Gustavo.
_ O que significa isso! Sua voz quase não saiu, ficou vermelho, os olhos claros, pareciam brasas de fogo!
_ O que você está vendo, eles estão juntos desde sempre! E jogou isso na minha cara, foi embora daqui. Nem te esperou para conversar, ela foi tão impulsiva. E...
Ele começou a quebrar as coisas do escritório, aquele verme seduziu sua filhinha, igual o pai fez com sua Edna.
_ Saia, saia daqui agora! Saia! Dá sua boca sempre saindo tragédias! Desde que você entrou na minha vida com Edna, foi só ladeira abaixo. Dizendo isso ele joga um jarro aos pés dela, Susana, sai da casa, pega a chave de seu carro e vai direto para a casa do sitio, como sempre ele a culpando.
Já era noite quando Fabiana foi até a delegacia.
_ O senhor pediu pra falar comigo, dr Leandro.
_ Sim, gostaria de saber o que a senhora, foi fazer no hospital e ameaçar mãe e filha, que m*l se recuperaram de um grave acidente.
_ O senhor sabe que sou a mãe de Flávio, e eu conheci o Gustavo, aquele rapaz, não matou meu filho. Cadê os pertences dele? O celular? A casa da minha mãe não tinha nada! Mas tinha muitas fotos dele, com certa i********e com essa moça, Tamires.
Cartinhas carinhosas, meu filho a amava, o que ele fez para que esse povo tirasse a vida dele. Gustavo, me falou que eles se desentenderam e saíu da festa. Indo direto pra praça. Não está havendo justiça dr. Alguém está mentindo.
_ Infelizmente, a justiça culpou o rapaz, muita gente testemunhou contra, a própria Tamires, negou qualquer envolvimento com seu filho. Eu também acredito na inocência do rapaz, mas vamos evitar ficar perto delas.
_ Vou continuar investigando, vou descansar apenas quando o real assassino estiver atrás das grades.
Dizendo isso a mulher saiu. Ela não entendia, que culpado ou não, o pobre Gustavo vinha encarcerado há 4 anos.
Estêvão liga para o presídio, e em pouco tempo, Gustavo é arrastado da cela por homens encapuzados, e é brutalmente agredido, ele leva uma facada na barriga, os homens correm, Lúcio e Inácio, que viram toda ação começaram a gritar. Os agentes vieram, e tiraram o rapaz de lá, o levado pra enfermaria, e da enfermaria, ele foi transferido para um hospital , entre a vida e a morte.
A família Santos é avisada, sem maiores detalhes, Helena também vai até o hospital, onde ver o pai de seu filho entre a vida e a morte. Ele não acordava, o dia estava amanhecendo quando os pais do rapaz chegaram , ao ver Helena lá, foram muito hostis, não deixando ela ficar. Dona Edna, tinha ódio mortal daquele povo, e não deu chance pra jovem se explicar. Pelo inquérito policial, dizia ser uma briga de facção. Que não era pra acertar Gustavo e sim um dos irmãos. Chorando muito e humilhada pelas p************s de Edna, a jovem vai para casa. Os pais dele ficaram na casa de parentes, na saída para ver o filho, seu José encontra Estêvão, o homem sabe que seu inimigo fez mais uma maldade com seu filho.
_ O que você está fazendo aqui, veio ver se seu plano deu certo, crápula! Falou o pai de Gustavo.
_ Do que você está falando seu maluco? O assassino do seu filho tá aqui? Nossa, e eu vi fazer exames.
_ Traiçoeiro, até mandou a vagabunda da filha ver se algo de r**m, aconteceu com ele! Vocês não merecem nada, tudo volta Estêvão...
_ Só não te ponho preso por causa de Edna.
O clima tornou-se tenso, e logo a segurança interviu. Aquela humilhação seria cobrada. Pensou o juiz.