O corpo de Flávio é encontrado, a população da pequena cidade está apavorada, que monstro faria isso com um garoto tão bom quanto Flávio. Isso é inexistente, o rapaz sofria com a prisão da mãe, condenada por tráfico na cidade grande, e vivia com sua estimada avó, justiça por Flávio.
Tamires nervosa, se sente culpada, porque escuta na cidade que o assassino é Gustavo. O delegado Leandro Pereira, começa as investigações, muitas pessoas são ouvidas, a própria Tamires diz que na festa os dois rapazes havia discutindo com ela.
Gustavo, descobriu em casa a morte do amigo, quando um policial o levou para ser interrogado. Dona Edna e o senhor José Santos acompanharam o filho, que dizia ser inocente, que o último a pessoa que conversou foi Jorge.
Como trabalhava para os Magalhães, logo a família de juristas, ficou a favor da avó, queriam encontrar o assassino, e depois de mais de 20 anos, os antigos inimigos, estavam frente a frente.
Helena proibida de sair de casa, não acreditava que seu Gustavo fosse capaz de tal ato.
Ao entrar na sala do delegado, o rapaz confirma a briga, por conta de fotos íntimas de Tamires, mas que chateado, saiu do local, e ficou na praça. Não féez nada com o outro, pois, estava muito chateado para tal. Ainda assim, o rapaz ficou detido, para averiguarem as informações dadas. Do lado de fora, o clamor geral era por justiça. Aproveitando a deixa, o dr Estêvão, convida Tamires e Jorge para seu escritório, o homem é direto.
_ Bem meninos, a verdade é essa, Gustavo Santos é investigado, sei que você Jorge teria muito mais motivação pra fazer tal coisa, pois, era a honra de sua irmã, eu vi o celular dele, vi as fotos e ameaças, até mesmo as suas...
_ O que o senhor quer dizer com isso? Falou Jorge.
_ Que você realmente é o assassino, agora cabe a nossa doce Tamires, n**a tudo e defender seu irmão, até onde vai a lealdade dela? Eu não sei.
Estêvão jogou pra ganhar, agora mesmo colocando um inocente na cadeia, teria enfim sua vingança.
_ Meu irmão e meu namorado não mataram ninguém... Falou Tamires.
_ Tudo bem, vou entregar o celular de Flávio ao delegado Leandro. Vamos ver quem vai apodrecer na cadeia. Disparou o homem.
_ Dr, deixe-me falar com minha irmã. Falou Jorge.
O homem saiu da sala.
_ Tamires, Gustavo e Helena estão juntos, além de toda violência sofrida, você foi traída, realmente matei, mas para Flávio não te difamar, seu ex soube e não ligou.
_ O que faremos então? Perguntou.
_ Cadê seu celular? Perguntou Jorge.
_ Na hora da briga perdi.
O que eles não sabiam, é que o dr Magalhães estava com o telefone.
Dona Isadora chega, a mulher corre e abraça a filha. Helena também entra, era seu último dia ali, não acreditava em nada daquilo.
Na cadeia, o delegado diz que a arma do crime foi encontrado no carro de Gustavo, dona Edna cai sentada. O sr Santos, não acredita, o próprio Gustavo, afirma não saber que faca era aquela.
O advogado dele era o dr Guilherme, conversando com os pais, achava a situação dele muito delicada, afinal a faca estava em seu automóvel, iria tentar alegar crime de honra.
As horas iam passando e o rapaz se perguntava aus crime realmente cometeu. Logo Jorge, entra e fala que bebeu com Gustavo, e que ele parecia nervoso.
Tamires, relata que os dois haviam discutido por ciúmes, e que até no namoro tinha posto um final, mas, que ela e Flávio eram apenas bons amigos.
Proibida de sair de casa, Helena liga para dona Edna, dizendo que não acreditava em nada. A mulher fica feliz, porque parecia que na cidade as duas eram as únicas em acreditar nessa versão. Infelizmente, a jovem não podia visita-lo na delegacia, mas , que estaria torcendo para que ele conseguisse provar sua inocência.
O delegado Leandro, era parente de Isadora, e essa história de Gustavo, estava um tanto estranha.
_ Gustavo, estamos aqui na presença de seu advogado, onde seria interessante você responder algumas perguntas. Você matou seu amigo, Flávio? Como a arma foi parar no seu carro? O que levou a briga entre vocês?
_ Dr Leandro, eu não matei Flávio ou qualquer outra pessoa, não sei dizer como essa arma apareceu em meu carro, sai da festa, e fui pra praça, sim brigamos, porque ele me mostrou fotos íntimas da minha namorada, inclusive tendo relações com ele. Eu bebi, e como estava de frente a minha casa, eu entrei. E só.
_ As provas estão contra o senhor, além da arma, a briga e o depoimento de sua ex namorada, que relata que tais imagens ou vídeo não existiram.
_ Então, eu sou culpado de algo que não fiz? As lágrimas vieram aos seus olhos.
Transferido, para uma penitenciária, onde iria aguardar o julgamento, recebeu jma carta de Helena, que não teve coragem de ler.
A jovem embarca para os Estados Unidos, seus sonhos estavam presos e nem um simples bilhete tinha lhe enviado.
Sobre forte comoção, Flávio havia sido enterrado, dias depois sua avó também falecia, levando o segredo de Helena e Gustavo.
O senhor José e dona Edna tiveram que alugar as lojas, e viviam no sítio, reclusos, acreditavam na inocência do filho mas não tinham como provar.
Os Magalhães sentiam-se vingados, espalhavam a todo pulmão pela cidade que não tinham filho assassino, Tamires, Jorge e Isadora mudam de cidade, até o escândalo abafar.
Na cadeia, aguardando julgamento, o rapaz, pensava em seus sonhos e desejos, a injustiça e a magoa que foi tratado, o deixava com muita raiva, pensava em se matar, mas lembrava de seus pais e da doce Helena, sabia que haveria justiça. Jorge foi lhe visitar algumas vezes, dizia ao amigo, de como tudo aquilo mudou a vida da pequena cidade. Apesar de tudo acreditava em sua inocência.
Tamires, tentou sem sucesso, ele não quis vê-la. Estava com a carta de Helena na mão, tomando coragem, ia ler.