Capítulo 7: A condenação de Gustavo.

1019 Words
O rapaz pega a carta de Helena, e ver que a mesma, não foi vê-lo, pois seus pais, a impediram, adiantando a viagem, dela para os Estados Unidos. No entanto, ao contrário de muitos, ela deixa claro, que confia na inocência dele, e que ao retornar o encontraria livre para viver o amor deles. As lágrimas correm pelo rosto do injustiçado rapaz. Na mansão dos Magalhães, o dr Estêvão prepara a condenação do rapaz, com muitas conversas, conseguiu por sua esposa como promotora, o que de certo modo, garantiria a quase condenação do rapaz. Dona Edna e seu José, estava no escritório do Dr Guilherme, o homem, dizia que devido a repercussão do crime, seria impossível inocenta- lo, ainda mais quando ele nem lembra o que realmente aconteceu. Se o encontrou depois, é por aí vai. Diante de tal fala, a senhora chorando fala: _ Meu filho não é assassino, ele jamais faria algo contra a vida de alguém, ainda mais, contra um amigo. Toda cidade conhece o proceder dele. _ Infelizmente, essa mesma cidade, não favorece seu filho, a única coisa falada em alto é bom som é que ele é a vítima brigaram no dia do ocorrido. Salientou o advogado. _ Quais as chances de que ele pegue uma condenação menor? Questiona seu José. _ Por ele ser réu primário, por ter nos antecedentes, eu acredito que sim. O casal, sai do escritório e vai visitar o filho, a mãe, levava mais cartas de Helena, e também uma de Tamires, os pais lhe falavam que sua situação não era tão r**m, para eles era um modo do filho, não se sentir tão massacrado, a revolta de Gustavo era imensa, ele não havia cometido crime algum. Mesmo sendo pessimista, o rapaz sabia que seus pais, faziam o possível e o impossível para que ele se sentisse melhor. Na casa dos Magalhães, toda estratégia já estava pronta, a única certeza era a condenação co jovem. Helena, não recebia informação nenhuma, o real interesse era focar na sua formação. Tamires e Jorge, foram chamados, eles foram instruídos no que iam falar no dia, assim, todo plano, já estava arquitetado. Isadora era amiga de Edna, ela não sabia a verdade. O que sabia era muito supercial, com sua realidade. Encontrou o casal Santos, e diferente dos demais moradores, foi conversar com eles, a mulher deixou claro, que acreditava na inocência do filho deles, não imaginava um menino tão bom ser tão monstruoso, como muitos falavam. O tempo passou, chegou a data do julgamento do rapaz, ele foi conduzido ao banco dos reus, começou o julgamento. A acusação era feita por Susana Magalhães, que apresentou Flávio, como um excelente aluno, um neto devoto e um excelente amigo. A promotoria alegou que no dia do crime, Gustavo e Flávio, bons amigos, até o momento, brigaram porque Tamires, era paquerada por Flávio, e Gustavo já embriagado, espancou o jovem, que contido por outros, saiu do evento. Uma enxurrada de pessoas, confirmaram a versão da promotoria. Convidada, Tamires, confirmou a discussão e briga, a jovem sabia, que em parte mentia, pois, Gustavo havia lhe defendido de um assédio, mas, seu irmão, lavou sua honra, e o que seria de sua mãe, esses sentimentos, deixavam a jovem cada vez mais inquieta. Após, foi a vez de seu irmão, dizer que encontrou Gustavo na praça, muito chateado, e que beberam bastante, percebeu a mudança de humor do amigo, o deixou agitado, mas não sabia que ele tomaria tal atitude. Dona Isadora afundava em sua cadeira, não imaginava que Jorge, teoricamente condenaria, Gustavo. Ao ser chamada, ela falou de como Gustavo era um ótimo menino, que sempre foi respeitador e que não o via sendo essa pessoa, que muitos narraram. A promotoria, alegou que a faca era a mesma que matou o pobre Flávio, e que ela foi encontrada, no carro do réu. Os pais do jovem sentiam, a raiva e o ódio dos Magalhães, pelo seu filho, Susana, não economiza em denegrir, estavam decepcionados com Jorge, ele era o melhor amigo, e como tal, colocou a corda em seu pescoço. Ao chegar sua vez de falar, Gustavo, relatou que não estava bêbado, durante a discussão, e que Flávio, o havia chamado de corno, pois, segundo as palavras dele, sua ex namorada, havia dormido com ele, houve um alvoroço no recinto, esse foi o motivo que o levou a bater nele e sair da festa. Estava triste, por isso, ficou na praça, Jorge chegou, os dois beberam um pouco, só lembra de ir direto pra casa, afinal, sua casa era do outro lado da rua. O dr Guilherme inicia a defesa, falando que na arma não foram encontradas digitais, e que qualquer um poderia ter colocado o objeto lá, afinal o bom Flávio, era usuário e qualquer pessoa poderia ter usado a briga para incriminar seu cliente. Outro alvoroço, ninguém sabia da vida dupla de Flávio, mas o dr Guilherme, apresentou o teste toxicológico. Ao chamar Tamires, ele pergunta se o que o ex namorado dela falou era verdade, a jovem olha pros Magalhães, o irmão, e fala, que em parte sim, Flávio falou algo, que ela não ouviu, devido ao som. No final, o júri delibera e o juiz Estêvão Magalhães, ler a sentença:_ Culpado! Com a pena de 15 a 20 anos de cadeia, em regime inicialmente fechado na penitenciária estadual de São Paulo. Dona Edna desmaia e é aparada por seu marido, a polícia retira Gustavo, e o transfere para seu novo lar, satisfeitos, os Magalhães agradecem ao júri, que fez justiça, em memória de um bom rapaz, que trabalhava com eles, e era um exemplo para a comunidade local. Seu José, para de frente ao antigo rival, e antes que ele pudesse dizer algo, o homem fala:_ Você contribuiu com sua esposa para prender um inocente, mas a verdade dos fatos aparecerá, seu filho é inocente, e ele sabe. Sem esperar por resposta, entra na ambulância e sai, agora viveria para provar a inocência do filho. Isadora, sem palavras, pega os filhos, e sai do local. Viu a injustiça, aquele rapaz era realmente inocente.
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