capítulo 41: A espiã sedutora

1134 Words
Jorge chega no escritório do dr Magalhães, mas do que nunca precisava do apoio moral e até de um bom advogado para se defender, lá encontra Eduarda a secretaria falando ao telefone, ele nota que ela ficou nervosa ao ve-lo entrar. _ Bom dia, Eduarda, quero falar com o dr Magalhães. _ Bom dia meu prefeito, o juiz não se encontra, no que posso ajudar. Finge está preocupada. _ Só com ele mesmo? _ Tem certeza? Tenho autorização para resolver ou indicar advogados no nosso escritório de confiança, caso queira me siga até a sala do juiz. Ela se levanta com uma minissaia, e um blazer curto, deixando a mostra as belas pernas e um bumbum empinado. Sem pensar duas vezes vai atrás da mulher, e entra na sala do juiz. _ Quer beber algo? Pergunta. _ Acho que preciso de um bom whisky. Ela o serve com os p****s quase no rosto dele. O homem fica logo ereto, e ela percebe o volume pela calça. _ Então, que tipo de advogado meu prefeito deseja? _ Quero um criminalista. Estão me acusado de algo, e preciso me defender, como não posso contar com Susana, ou Helena para me defender tem que ser um muito bom da região. Dizendo isso, logo é servido uma outra dose, quando ela ia saindo, ele a puxa pela cintura a fazendo sentar em seu colo. A mulher se deixa levar, logo as bocas estão grudadas, e ela está com a boca no p*u dele, o homem delira, fingindo que ia pegar uma camisinha, ela liga, um gravador e retorna para os braços do homem. Logo ela tira a calcinha e senta em cima dele. Depois de transarem, ele conta a ela as acusações que estava recebendo, embriagado, confessa que realmente queria ver o vereador morto, mas como o plano falhou, mataria Renato, seu amigo, e que já tinha até arrumado alguém pra fazer o serviço. A mulher pergunta pelo casamento, como ia, fingindo se importar, ele diz que ela é uma chata, e que só comendo ela embriagado suportava. Quando ela se negava batia. Indignada, Eduarda fala que ela não pode ter relações, pois, tinha menos de um mês que ela havia perdido o filho deles. Chateado, ele fala que não se importa, e que em breve daria um fim nela. Mudando de assunto, a mulher lhe entrega um cartão com o nome de um bom advogado criminalista. O homem, sai, enojada escuta a gravação, e conta a parte do sexo. Liga para Leandro, lhe mandando a parte que ele teoricamente assume seus crimes. Ela fala que realmente sua filha está sendo vítima de violência doméstica. E que era hora de agir e deixar o sentimentalismo de lado. Foi tanta confusão, que Leandro, não foi ver Edna, logo toma o rumo da casa dela ao chegar é informado pelo caseiro que ela está na casa do filho na cidade. Gustavo liga para Helena, informado que o juiz o procurou em São Paulo, e na hora da fúria revelou que ele não era seu pai e que ela e Susana tivesse cuidado, no final do dia retornaria, já tinha deixado Inácio ciente do retorno, e feito pedidos aos fornecedores. Helena agradece pelo aviso e como está no fórum vai até a mãe e lá a encontra com o juiz Osvaldo. _ Helena minha filha que cara é essa? _ Meu pai descobriu tudo! Ele já sabe, Gustavo contou porque ele foi criticar nossa união, mãe ele sabe que o filho dele é meu marido. Agora me diga quem é meu pai? _ Totalmente constrangida, Susana suspira, então Oswaldo toma a iniciativa e fala: _ Seu pai, sou eu... Incrédula, Helena cai sentada na poltrona, os olhos procuram os da mãe, que está em silêncio mortal e um olhar vazio. _ Mãe, isso é verdade? A mulher apenas confirma com a cabeça, Helena sai, as lágrimas escorrendo pelo rosto, sua história era uma farsa, o juiz Oswaldo era um dos melhores amigos de um homem que durante anos ela chamou de pai. Oswaldo bate na porta e entra. _ Helena, eu também não sabia, seus pais sempre tiveram um casamento aberto, principalmente na capital, e Susana e eu já nos relacionavamos desde a faculdade, mas ela se apaixonou por Estevão, e ainda assim, ele não quis mudar, e eles concordaram em viver suas vidas de forma liberal, e aí eu entro, ao reencontrar sua mãe ficamos e ela engravidou, manteve segredo devido ao medo que sentia dele. Helena sabia como Estevão podia ser m*l e covarde, então estende os braços e aceita Oswaldo como pai. Edna recebe a visita de Leandro, o recebe de maneira fria, o homem pergunta o que houve, ela fala que Nayara, lhe revelou tudo, e que não quer mais ve-lo. Indignado por não poder se defender, ele sai, indo direto a casa da filha. Ao chegar lá, a mulher se recusa a recebe-lo, ele empurra a empregada pedindo desculpas e entra. _ Você não é bem vindo aqui, já basta todo sofrimento e abandono que me fez passar! _ Ta na hora de você ouvir umas verdades... _ Sua verdade, não me interessa, aqui na minha casa eu sou a autoridade. Calado, ele coloca a gravação de Jorge com outras mulheres. _ Eu não quero ouvir! Ela grita em desespero. _ Mas vai! Eu não agredi sua mãe em nenhum dia da minha vida, ela que me agredia e se fazia de vitima! Eu não bebia e virava um monstro, ao contrário, eu tentei te proteger dela! Sua mãe tinha amantes, e me ameaçavam. Você pode não se lembrar, aqui está, um contato, uma vizinha que foi nossa, dona Irene, entre em contato e apure a verdade. E como pai que sempre fui, sofri, porque ninguém jamais acreditaria que ela era abusiva. Porque eu silenciei, e me arrependo muito, de ter saindo de casa e deixado você! Ao dizer isso saiu. Se ela quisesse saber a verdade que procurasse as respostas, assim como foi capaz de falar com Edna. Nayara, nunca havia visto tanta sinceridade nos olhos de seu pai, será que esses anos todos alimentou uma raiva que nunca teve sentido, olhou para a foto de casamento, parecia estar feliz, mas não conhecia o monstro que casou, ligaria para Irene e descobriria o outro lado da história. Ao chegar na delegacia, a mudança de Renato para um presídio estava pronta, mas o homem queria saber o motivo. Então, ele descobriu que Jorge o queria morto, já estava tudo certo, logo aceitou colaborar e num carro particular, cercado de agentes deixou a cidade, rumo a um presídio desconhecido. Do outro lado da rua, a mãe ðe Flávio, agora Cristã, sentia um alívio, ela se sentia segura, só precisava saber realmente quem era o assassino do filho.
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