Capítulo 22 : Desconfianças

1034 Words
Ao chegar perto de Edna Leandro, pergunta se está tudo bem? _ Sim, graças à você meu grande amigo. _ Edna, sei que é cedo pra falar nisso, mas, eu tenho sentimentos fortes por você! A mulher o olha de maneira desconfiada, a única pessoa que amou na vida estava enterrada debaixo do chão, havia quase 1 mês. _ Eu entendo esse olhar desconfiado afinal, foi seu filho que prendi, mas nunca deixei de acreditar na inocência dele. _ Desculpa, Leandro, te deixar desconfortáveis. pra mim, é muito difícil, acreditar no amor, não por causa do meu marido, mas, por outras circunstâncias da vida. _ Eu te dou o tempo necessário... _ Realmente preciso de um tempo, pra entender, pois, você, me deixou muito confusa. Ao terminar de falar, o veterinário diz, que o juiz, escolheu uma ovelhinha para neta, e que iria pedir pra filha trazer a criança pra ver. Edna, diz está tudo bem, afinal, já gostava de Helena, e a pequena Maria, era uma criança maravilhosa, apesar do pai m*l caráter que tinha. Se fosse mãe, de uma garota tão doce, jamais deixaria se envolver com o crápula do Jorge. Em São Paulo, Tamires liga para Teo, e lhe pede que vá até seu apartamento, pois precisam conversar. O rapaz de imediato aceita. Tempo depois, ela o recebe. _ Olha Teo, sei que não te devo explicações, mas gosto muito de você e não gostaria que você me visse como uma qualquer. _ Também gostaria de te pedir desculpas, meu ato foi impensado e grosseiro, não sou desse jeito. _ Eu sei, por isso, preciso te explicar, e espero que você apenas, me ajude sem julgamentos. Olhando um pouco desconfiada a jovem começou a relatar, o que aconteceu com ela, como era a sua vida, e depois do sinistro como ficou, relatou de imediato as chantagens sofridas pelo juiz Magalhães, as ameaças constantes, como ela deveria ter sido mais forte, e que não poderia deixar o irmão ser preso, já que ele apenas a defendeu. As lágrimas caiam, e pareciam sinceras, quanta dor , aquela jovem carregava, agora entendia sua discrição, o quanto, ela era oprimida, e a dor na consciência que carregava por não ter falado a verdade e um inocente pagar. Ele se levanta, e a abraça, sabia que infelizmente, ela vivia com uma arma na cabeça, mas a amava, e independente de qualquer coisa, não queria perder de está junto a ela. Os dois choram juntos, choram copiosamente, não sabiam do destino, mas tentaria ao máximo, ficar juntos, mesmo, com a vida que ela era obrigada a levar. _ Teo, ninguém sabe, nem minha mãe, derrubei os muros do medo e confiando em você, abri meu coração. _ A gente vai acertar as coisas, Deus é sempre justo. _ Eu acredito. Gustavo está em seu escritório quando seus amigos chegam para uma reunião. _ Nossa amigo, você está muito bem! Como vão as coisas la na cidade. Falou Lúcio. _ Estou muito bem, meu pai, que Deus o tenha, sempre foi um homem muito organizado, mas estou tentando, fazer com que minha mãe venda aquilo lá, e venha morar por aqui. mesmo achando muito difícil. _ É a história dela né Gustavo. Falou Inácio. _ Sim, meu amigo, lá ainda tem parentes dela, amigos. até entendo minha mãe. _ Agora, Nayara? Cutucou Lúcio. _ Minha amiga, apesar de temos nos envolvido um pouco, não seria justo, com ela ou comigo. Então, resolvemos ficar na amizade. Pronto, todo mundo já está ciente. Vamos aos negócios. E os três começam a falar fos gráficos. Há estavam em mente inaugurar uma nova loja. Jorge entra no escritório de Susana, trazendo alguns processos que ela havia solicitado. _ Aqui estão doutora, os processos. _ Obrigada, pode sair O homem, inconformado com o tratamento, avança sobre ela, que tenta empurra-lo para longe. Naquele momento Helena, ia passando, quando escuta, a mãe e o marido, ia entrar quando, ouviu que eles estavam se acariciado. Jorge falava palavras provocativas, Helena levou a mão a boca, quando ouviu a mãe dizer que se ele não se mantivesse afastado, ele se arrependeria. O homem no entanto retrucou, também tenho muito conhecimento Susana, imagina se seu marido descobre nós dois. Quando Helena percebeu que ele ia saindo de imediato, escondeu-se , em seguida vermelha como um tomate entrou na sala da mãe. _ A senhora tem um caso com Jorge mãe? Foi isso mesmo que eu ouvi? Cansada e triste por tudo, Susana confirmou o que a filha ouviu, mas deixou claro que há muito, não se encontravam. Helena então diz a mãe: _ Eu quero que a senhora me ajude a me livrar desse crápula . E que seja logo, pois, em breve, minha filha e eu iremos embora daqui. _ Filha ele me ameaçou, tenho muito medo do seu pai... Ignorando as súplicas da mãe, Helena sai. Sabia que Jorge tinha um ponto fraco, e sua mãe sabia bem qual era. Edna esta no restaurante tomando um café com o delegado Leandro, os dois estavam mantendo uma relação mais próxima, Isadora senta ao lado deles e começa a conversar, quando o dr Magalhães entra, a mulher fica nervosa, ela deixa claro, que sempre achou o juiz muito lindo, só detestava ser amiga da mulher dele. Leandro a adverte, logo ela ignora e vai falar com ele. _ Em que posso ser útil, dr Estêvão? _ Quero lhe perguntar sobre Tamires? _ Tamires? Como assim? Questionou. _ Ela tem um trabalho não concluído, um amigo da agência me falou. Sem perceber o perigo que enfiava a filha, ela deu o novo número da moça, fingindo gratidão, Estêvão olhou pra Edna e Leandro de cara feia e saiu. Novamente ligou, e do outro lado ninguém atendeu. Por fim, percebeu, que estava bloqueado, então munido de todo ódio do mundo, chegou em casa sem olhar ninguém, pediu pra empregada arrumar sua mala, ia resolver umas questões básicas na capital. Susana e Helena que chegaram não entenderam nada, mas também não o questionaram. Estêvão diz a filha, que tem uma ovelhinha no sítio de Edna pra Maria, pois a garotinha havia lhe pedido uma. Logo saiu sem olhar pra trás.
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