Capítulo 14: O acidente de Tamires

1019 Words
Muito triste por tudo que estava passando, Susana, convida Jorge para a casa que tinha no campo, herança de seus pais, Estêvão tinha verdadeiro horror aquele local, mas ela mantinha sempre limpo, com a ajuda de um diarista. O rapaz ficou encantado com a casa, e como, a mulher parecia livre, naquele lugar, _ Sabe querido Jorge, sempre trouxe minha, Helena aqui, ela sempre gostou dessas plantas. _ Vejo que você ficou bastante emocionada, com a vinda até aqui. _ Sempre fico, vamos tomar um vinho, aqui tem uma excelente adega. Os dois entram, e em pouco tempo, já estão rindo das coisas e das pessoas. _ Meu marido odeia os Santos, sabe porquê? Você não vai acreditar... _ Então diz pra ver se realmente, não acredito. _ Ele é apaixonado por Edna, e ela preferiu um pobretão em vez dele. Foi eu que soube primeiro do chifre, eu era apaixonada por ele, mas tudo que não é correspondido acaba, né ? _ Verdade, só apaixonado por sua filha, senhora, mas ela não me quer... Deixemos essas lorotas pra trás, vamos tomar banho no rio. O rapaz observa a bela mulher tirar toda a roupa e entrar no rio, em seguida ele faz o mesmo, em pouco tempo, estão fazendo sexo. Ele podia amar quem quer que fosse, mas naquele momento um pertencia ao outro. Tamires é aprovada na faculdade de teatro, e em seu primeiro dia de aula, chama a atenção de Teo, o rapaz de corpo atlético logo chama a atenção da jovem, e durante semanas, o rapaz é seu mentor, ela adora sua companhia,apesar de excelente ator, quando se fala em assuntos do coração, o rapaz é um pouco reservado , e em uma de suas visitas ao apartamento da jovem, encontra Estêvão Magalhães, que ela o apresenta como tio, quando o rapaz se despede, o homem, enfurecido bate no rosto dela. _ Sua c****a, você pode ter seus amigos lá fora, aqui só os meus, e venha logo, tirando essa roupa pra mim... Com muito ódio em seu coração, a jovem, mantém relações sexuais com ele. Depoisde concluir o ato, ele lhe entrega um vestido e um convite, ela iria pra uma festa com um velho amigo dele. Então, ela vai tomar banho e se arrumar, enquanto, ele aguarda o outro entrar em contato. Logo o porteiro avisa que tem um carro esperando a senhorita Tamires, a jovem desce estonteante, ele sabia,que o amigo lhe agradeceria tal mimo. No restaurante, Edna e seu esposo, estão conversando com o delegado Leandro, primo de Isadora. _ O advogado do meu filho, parece preso, não busca um recurso pra tirar ele daquele lugar! Fala Edna. _ Eu te entendo, entendo a revolta de vocês, mas infelizmente, nada aparece, tudo parece, ter parado no tempo, chega ser cansativo. Mas, eu não parei as investigações, uma hora ou outra, alguém conta o que aconteceu. Nesse momento, a bandeja de café, que estava com Isadora cai, fazendo um barulho terrível. Todos se assustam, muito constragida, ela pede desculpas e usa um escorregão, como fator principal para tal acontecimento. Refeita, começa a rir, e se seus amigos soubesem a verdade , a perdoaria, afinal, J são quase três anos, que isso aconteceu. Bem que podiam dá ao rapaz uma condicional, afinal, ele era um bom moço, tremia, ao pensar em ver seus filhos expostos, pobre Edna, não tinha muito o que fazer. Quando o casal Santos sai, Leandro, conhecendo a sua prima vai até ela. _ Nunca te vi tão nervosa prima. Você sabe de algo? Perguntou. Mesmo sabendo, ela o olhava nos olhos e n**a, não sabia de nada. Já era tarde, quando Renato chama Gustavo para conversar. _ Amigo, daqui dessa cadeia, se ver que o único que está encarcerado inocente é você, agora, me diga, porque você anda com o pela saco do Lúcio e do irmão dele? _ Primeiro, dividimos, a mesma cela, segundo, como todos aqui, não me fizeram m*l. Quem me fez m*l tá lá fora, rindo e debochando, enquanto, eu estou aqui. Não devo ter raiva dos daqui, mas dos que estão fora. Terminada a conversa, os homens foram para suas celas, e mais um dia se finda. Ao amanhecer, Fabiana, recebe alvará de soltura, sairia com uma tornozeleira eletrônica, deixou o endereço que ficaria, e a cidade de Pirauci, como referência, seu objetivo de vida, era vingar a morte de seu filho, Renato jurava, que o rapaz preso, era totalmente inocente, então, o monstro, ou os monstros estavam soltos. Ela os acharia. Tamires, chegou em seu apartamento e lá estava uma sessão de fotos garantidas, a noite foi horrível com aquele velho babão, mas, ao acordar e ver o cheque colocado sobre a cama, viu, que esse tipo de investimento estava valendo a pena, nem de longe lembrava aquela moça do interior, estava linda, leu uma mensagem de Teo, e explicou que iria ver sua mãe, afinal, já tinha alguns meses que não se viam pessoalmente, o amigo concordou, e quase se ofereceu pra ir junto, mas lembrou que tinha compromisso e apenas se despediu dela, a jovem começou a arrumar uma pequena mala, de repente, a imagem de Gustavo surge. Como seria bom, se nada daquilo tivesse acontecido e o pior, ele a odiava, com toda razão, ela foi responsável por tudo de r**m na ida dele. Pegou as chaves do carro e saiu, quando já estava chegando, um caminhão de frutas, perdeu os freios e colidiu de frente com ela. O impacto foi muito forte, logo uma multidão, cercou o automóvel, o caminhoneiro fugiu, mas antes ligou pra emergência, os bombeiros chegam, e retiram seu corpo muito machucado com vida, a jovem é logo entubada, o celular foi destruído, mas, o delegado Leandro, logo chega, e ver que é sua prima, ele liga para a mãe da jovem e relata o ocorrido, em questão de minutos a pequena cidade já sabe, inclusive a mãe de Flávio. Com o celular, no bolso, o delegado vai para o hospital aguardar os familiares. Helena avisa, que em 2 meses tirará férias, Gustavo fica muito animado.
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