Edna esta encantada pela pequena Maria, a menina era um doce, nem de longe tinha a alma de Estêvão, vai ver como o filho disse a criança era Helena, um amor de jovem. Pena que sendo filha daquele monstro, nem cogitaria que o filho se unisse a ela.
No rio, os olhos os dois se encontram, a primeira a quebrar, todo silêncio é Helena.
_ Oi Gustavo! Quanto tempo.
Ironicamente ele responde:
_ Desde que você, parou de me ver e ainda, lançou sobre mim uma dor profunda...
_ Você está namorado? Ignorou a provocação.
_ Isso não lhe diz respeito, nada do que falo ou penso é da sua conta, entende...
_ Tudo tem uma explicação plausível, e eu vou te explicar.
_ Não quero saber de suas traições!
Cansada, respirou, e se negou a chorar. Ainda assim, falou: _ Acredite se quiser, essa foi a única forma de te manter vivo, eu não pude ficar contigo, porque foi meu pai ao descobrir tudo, que te fé todo aquele m*l, ele me ameaçou, eu fiquei sem chão, mas nunca desisti de nós, tanto é que a criança lá fora é sua. Foi
por isso que casei com Jorge, ele não é o pai de Maria, você é, faço DNA a hora que você quiser.
_ Por que não falou comigo quando estava no hospital?
_ Seus pais me expulsaram como se eu fosse uma criminosa, barriga não se esconde, eu tive que aceitar todas as propostas, meu casamento foi um contrato, Jorge nunca me tocou, é um segredo.
Gustavo viu a sinceridade de antes, e movidos pela paixão, o beijo intenso aconteceu.
Apaixonados como sempre foram, de repente estavam escorados em uma árvore, e a intensidade que ha anos estava escondida, explodiu entre eles.
_ Eu sempre vou te amar , Gustavo! Vamos resolver todas essas questões.
_ Seu pai é perigoso! Vai ter um momento...
_ Que vamos enfrenta-lo!
_ Eu sei, é vamos conseguir meu amor, vamos ser livres.
Edna, abriu um velho baú, cheio de bonecas.
Os olhos da pequena Maria, se encheram de alegria.
Nesse momento, Gustavo chega com Helena, o clima antes feliz fica tenso. O olhar de Edna muda.
Maria corre pra mãe com uma linda boneca de pano e porcelana. Todos olham a cena entre elas.
_ Oia, mamãe, a vovó me deu...
Emocionada Edna sorri, então, Gustavo pede a babá, que leve a garotinha pra brincar no jardim, e como não queria segredos com sua mãe, foi logo dizendo:
_ Mãe, eu enquanto estive preso,foi com Helena que casei, e Maria é nossa filha, no dia que ela foi me ver no hospital, o pai dela, descobriu e a obrigou a casar com outro, e anular nosso casamento. Pensou mais não falou,sabia que a mãe odiava os Magalhães.
_ Mãe, Helena sempre foi gentil comigo, ela foi a única amiga que acreditou em mim. Nesse tempo que fiquei preso, me incentivou, inclusive a trabalhar, para regredir minha pena, e me fez estudar administração.
Edna, olhou pra jovem, e viu mais de Susana, quando era pura do que Estêvão, aquele maldito, além do mais tem Maria, em pouco tempo a pequena lhe encheu de alegrias.
Abriu os braços e pela primeira vez abraçou Helena. A jovem se despede momentos depois, já dentro do carro, Helena promete, que passará sempre no sítio, trocaram os números caso, Edna quisesse ver Maria,
Enquanto isso, o dr Magalhães, está na mansão com Tamires, a jovem sabia, que o que ele queria, já que estavam sós. No quarto, em que ele dormia com Edna, fizeram sexo, uma empregada, escuta os gemidos da mulher, nota no sofá uma bolsa diferente e liga para a dr Susana, relatando o que está acontecendo. Tamires gemia alto, por mais que odiasse, ele era um excelente amante, e ele garantiu que estavam sozinhos, louco pelo corpo jovem dela, ele a penetrava, ambos chegaram ao clímax juntos, a cama estava molhada de tanto suor e líquido seminal, foram para o banho, e outra maratona aconteceu. Orientada por Susana, a empregada se escondeu, e viu quando Tamires saiu do quarto de cabelos molhados. Ia para São Paulo.
A empregada relata pra Susana quem era a mulher. Chocada, tinha mais uma pra discutir com ele
Helena, estranha ao ver sua cunhada saindo de sua casa, para o carro e pergunta o que ela fazia ali, desconversando, a mulher diz, que Jorge a chamou, mas saiu antes dela chegar. Helena deixa a filha e a babá e vai pro fórum.
Susana, em pouco tempo chega em casa e encontra, o marido no escritório, como se nada tivesse acontecido.
_ O que Tamires veio fazer aqui? Perguntou sem rodeios.
_ Ela, veio ver Maria, que inclusive está com uma boneca muito bonita, foi você quem deu?
_ Sei lá, você está muito bem!
_ Que bom! Agora vou me arrumar, estou indo na cidade vizinha, caso tudo dê certo, volto ainda hoje.
_ Ok. Bom trabalho. E saiu, onde encontrou a babá e a empregada.
_ Meninas, cadê Maria?
_ Dormiu senhora. Respondeu a babá.
_ Certo, me tira uma dúvida, Tamires brincou com ela? Perguntou.
_ A senhorita, Tamires estava lá fora quando a encontramos, ela não viu, a criança.
_ Ok. Gerusa, espero sua descrição pra aquele assunto, você sabe, que confio inteiramente em você! E como foi sua consulta?
_ Deu tudo certo senhora.
_ Está bem, vou pro fórum. Cuidem de tudo
por aqui.
Ao sair, entrou no carro, viu Tamires, colocando as malas no carro, de certo voltaria a São Paulo. Jorge a abraçou, será que ele sabia? Questionável.
Os irmãos entraram no restaurante e encontraram o delegado Leandro e Nayara, almoçando, Jorge fixou os olhos na moça, e ficou encantado. Quem era Helena, na fila do pão, afinal.
Tamires se despende da mãe e retorna a São Paulo, o delegado não quis, a sobremesa, pois, havia chegando uma diligência, a jovem ficou sozinha, logo, Jorge estava ao lado dela, e a conversa começou a fluir, eles pareciam que se conheciam há anos.