Capítulo 11: Eu sempre te amei

1053 Words
Leandro e Edna, ignoraram Estêvão completamente e sua acidez, continuando a. conversa. _ Lembra Leandro de quando éramos crianças, esses campos eram pequenos pra nós, até Clarisse, tua esposa, minha melhor amiga, e a vibora da Susana, era muito divertido, sair da escola e voltar pra casa correndo. Leandro também lembrou xom nostalgia desses momentos. _ Sim, o tempo era maravilhoso, sem preocupação, quando nos tornamos adultos é que os problemas apareceram. _ No meu caso quando disse sim a Estêvão Magalhães, nunca imaginei, que aquele rapaz de carinha infeliz, pudesse fazer minha vida um inferno. _ Também do jeito que foi. _ Eu era infeliz, ele sabia. _ Não era o que parecia, vocês eram o casal do momento. Por isso nunca tive coragem... _ O que você quer dizer com isso? Perguntou curiosa. _ Eu sempre te amei, desde criança, mas por ser muito tímido, nunca te falei, vi você se envolver com Estêvão, um grande amigo, durante antes, e depois do escândalo com José. Enfim, desabafou tudo que sentia. _ Mas, você namorou Clarisse desde sempre e até casaram ... _ Por que eu nunca tive chance com você! _ Estou confusa, muito mesmo... _ Mas, não fique, tudo é questão de destino, e o meu, era esse mesmo. _ E o meu amigo, seria tá com marido internado e filho preso. O delegado Leandro, pega na mão dela e fala:_ Eu acredito bastante inocência de Gustavo e acredito, que ele jamais faria tal coisa. Em breve estará, vivendo aqui fora. Vamos provar a inocência dele, mesmo calado continuo investigando.. Isadora, ouviu a última parte, e tremeu, sabia que seu primo, descobriria, será que teria coragem de por o próprio sangue na cadeia No dia seguinte, Edna foi visitar o filho, levou seus mantimentos, e conversaram bastante, a mulher explica que o pai está se recuperando bem de uma pneumonia, e que em breve estaria ali, o visitando, o jovem chora bastante, seu pai internado e ele ali. Sua mãe novamente, o tranquiliza, e consegue através da autorização do diretor do presídio, falar em vídeo chamada com seu José. Emocionados, pai e filho, conversam um pouco, o que deixa o jovem menos preocupado. Dona Edna retorna para casa, ao chegar em seu sítio encontra Estêvão Magalhães, o homem estava com o ar debochado de sempre. _ O que você está fazendo aqui? _ Apenas queria te ver, sem cobranças, apenas ver sua expressão de derrota, afinal, se você estivesse casado comigo seu filho em vez de cadeia, estaria numa formação acadêmica. Sinto muito, por ter sido o carrasco que teve que o colocar no lugar devido aos assassinos. Edna está muito vermelha, ela estava com dona Teresa, que trabalhava no sítio há anos e com seu esposo, seu Deda. Olhando para o casal de idosos, eles sabiam a dor que ela carregava. Os pede pra entrar. Olhando para o homem arrogante a sua frente enfim descarrega, o que está preso na garganta há anos. _ Quando você vai entender, que se você fosse o último homem da terra, jamais me casaria com você, sei que Susana, que é sua mulher, e apaixonada por você, contou do jeito dela, eu ia te falar, que não te amava, ia falar que não daríamos certo, pois, seu jeito arrogante de ser sempre foi um problema entre nós! E te digo mais, poderia te denunciar por invasão de propriedade, mas não uso seus métodos, eu sei que meu filho é inocente, e em breve provaremos. _ Já tem um ano que espero! _ Se preocupe com sua família, viva sua vida e esqueça da minha. Ele tentou puxar seu braço, mas a mulher o conteve. _ Saia já daqui! Seu crápula! Sem escolhas, saiu, foi pra debochar, mas saiu do lugar, totalmente triste. No presídio, Renato, um terrivel criminoso, começa a querer provocar , Lúcio, que havia concluído a limpeza do pátio é surpreendido com o homem, cuspindo tudo, indignado, chama o policial e mostra o que o outro fez, então, cheio de ódio, ele se ver obrigado a limpar o que havia feito. Ao terminar, chega no ouvido e Lúcio e diz que caboeta morre cedo. O rapaz ficou sem entender. Já em sua cela, conversando com Gustavo e Inácio, ele relata o ocorrido, os três se olham, e já sabiam que teria problemas. A fama r**m de Renato, é espalhada, dentro do local, Lúcio passou a temer por sua vida. Susana está no escritório, quando o marido chega, ela o olha e pelo jeito, sabe que ele tomou um fora de Edna. _ Fala o que você foi fazer atrás daquela mulher? Perguntou. _ Esse assunto é meu! Não te devo satisfação. Jorge que vinha chegando, e esconde-se pra ouvir a discussão. _ Vamos acabar com essa palhaçada de casamento, nossa filha já é adulta, mulher feita, ela não vai sentir nada, aliás nem mora mais aqui. _ Cale a boca e deixe de asneiras, quando você quis casar comigo, saberia que seria assim, e por favor, preciso falar com um juiz de fora,, pra inocentar o filho de um amigo. Sentando-se fez um gesto com as mãos a dispensado, a mulher sai irritada, encontra Jorge, ela o chama pra sair. Enquanto isso, o amigo de Estêvão pede, algo em troca do favor, assim, o homem liga para Tamires e lhe diz, o motel que ela deveria encontrar um amigo. Inojada e sem alternativa, a jovem começa a se arrumar. Helena informa a Gustavo através de cartas que conseguiu um emprego, e que já estava contando os dias para eles casarem. Muito feliz, o rapaz lhe informa que passou no Enem, e que faria, admiração, já que seu pai era comerciante, e futuramente ele queria, expandir os negócios. No motel, Tamires encontra um velho, chateada, ela liga ora Estêvão que não ficará ali, então ele diz, que viu seu primo delegado com Edna, e eles podem descobrir a qualquer momento algo a mais. Sem escolha, a jovem entra no quarto, veste uma roupa sexy, e deixa o homem lhe tocar os s***s, de repente,mela já está com o p*u dele na boca, apesar do ódio que sentia, fez tudo para agradar o velho senhor. Que depois de satisfeito, lhe deu uma joia, saindo em seguida. Estêvão, liga e lhe agradece, afinal, o
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